Sociedade

Valor mediano das rendas a nível nacional ficou-se acima dos sete euros por metro quadrado pela primeira vez desde que há registo. Número de novos contratos recuou.

No dia Mundial do Aborto Seguro, a FEM – Feministas em Movimento defende que “compete à sociedade e às mulheres, em particular, exigir que a lei se cumpra”.

Das 29 casas anunciadas para arrendar a professores em Lisboa e Portimão, apenas sete professores conseguiram lugar em Lisboa e oito em Portimão. Fenprof vai juntar-se às manifestações "Casa para Viver" este sábado.

Catarina Taborda, do coletivo Covilhã a Marchar, defende que não é radical sair à rua para exigir melhores contratos de arrendamento e tetos máximos para as rendas, radical é não ter acesso a um direito constitucional. Concentração do próximo dia 30 tem início às 15h, em frente à Câmara Municipal da Covilhã.

 

A poucos dias das manifestações "Casa para Viver", a organização católica defende que “o direito à habitação é um direito fundamental da pessoa e da família”, pois sem acesso à habitação "está comprometida a integral realização da pessoa”.

A cimenteira propriedade de um fundo de pensões da Turquia teve nos últimos quatro anos mais de 135 milhões de euros de lucros líquidos mas decidiu “poupar” atacando, no imediato, os direitos de 1.300 reformados. Sem contar com os que se reformarão no futuro.

Nos últimos cinco anos, o SEF descobriu mais de 250 jogadores vítimas deste tipo de crimes. O presidente do sindicato diz que “a forma como encaramos este problema diz muito sobre o país que somos e queremos ser”.

Alguns dos maiores ilustradores nacionais lançam uma coleção de “cartazes-ilustração” de apelo à manifestação Casa para Viver. Este domingo, à tarde, no Largo do Intendente, os autores apresentam as suas criações.

Em entrevista ao Esquerda.net, o ativista e investigador guineense Sumaila Jaló afirma que teremos de estar sempre vigilantes no objetivo de fazer com que, no seio da CPLP, nos possamos envolver numa construção conjunta, e não numa relação de subalternidade. Por Mariana Carneiro.

Em entrevista para o Esquerda.net, o ativista, assistente social e investigador em estudos urbanos António Brito Guterres falou sobre a transversalidade da crise da habitação, as suas causas e consequências, e as medidas que a poderiam resolver, já aplicadas noutros países europeus.

Os problemas habitacionais que afetam a comunidade LGBTQI+ são o mote de mais um manifesto que convoca a manifestação do próximo dia 30 de setembro pelo direito à habitação.

A nova concessionária do serviço dos bares dos comboios de longo curso não está a cumprir a promessa de regularizar as remunerações e aplicar o Acordo de Empresa. Trabalhadores concentraram-se em Santa Apolónia. Bloco quer que o Governo cumpra a promessa de estudar a internalização deste serviço na CP.

O "pacto social" proposto pela CIP ao governo e à UGT é um assalto de facto à sustentabilidade financeira da Segurança Social e às finanças públicas. Artigo do investigador social Henrique Sousa.

Governo impõe aos professores que entraram nos quadros um “período probatório”. A Fenprof diz que é um expediente para fazê-los ganhar menos e trabalhar mais. Este ano, pela primeira vez, estão a ser recusadas as reduções de horários a que os docentes nestas circunstâncias e com mais de 50 anos teriam direito.

Duzentos professores e educadores subscreveram, até ao momento, apelo lançado pelo grupo Unidos Somos Imparáveis à participação nas manifestações de 30 de setembro pelo direito à Habitação, que ocorrerão em diversas cidades do país.

A administração da fábrica pertencente à multinacional tailandesa pretende que os trabalhadores recebam 66% do salário atual durante este período. Os trabalhadores rejeitam a proposta e vão sair à rua.

O MP defendeu a aplicação de uma multa ao dirigente anti-racista por este ter escrito que Mário Machado foi uma das principais figuras do assassinato de Alcindo Monteiro. Mamadou Ba diz que não retira o que disse contra um promotor da “ideologia da morte”.

Falta de resposta às propostas salariais dos trabalhadores, salários pagos de forma atrasada e a destituição do diretor de Informação sem ouvir o Conselho de Redação são alguns dos motivos da paralisação desta quarta-feira, a primeira na história desta rádio.

Perante o silêncio e a indisponibilidade por parte do Ministério da Saúde no sentido de “iniciar um processo negocial sério”, os farmacêuticos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) voltaram esta terça-feira a promover uma paralisação.

Ativista da Plataforma Já Marchavas, Graça Marques Pinto lembra que Viseu foi a capital de distrito com maior subida das rendas no primeiro trimestre de 2023, e apela à participação na concentração neste município a 30 de setembro, pelas 15h, na Rua Formosa (junto à estátua do Aquilino Ribeiro).