Legislativas 2025

Coordenadora do Bloco de Esquerda visita Universidade Sénior Unisseixal para falar sobre solidariedade entre gerações e apelar à luta pela democracia. Para além de pensões, "é preciso garantir autonomia" às gerações mais velhas.

Fernando Rosas e Mariana Mortágua marcaram presença no Forte de Peniche para afirmar o compromisso intergeracional do Bloco de Esquerda com a luta pela liberdade. "O Bloco representa a liberdade e um país que luta pela democracia", diz Mariana Mortágua.

Moradores construiram nos seus próprios terrenos por falta de alternativas, mas as autarquias querem demolir as habitações e pôr as pessoas a pagar a demolição. Mariana Mortágua diz que "este país tem de conseguir dar casa às pessoas".

Numa zona mais pobre do Porto, há quem continue a lutar contra a desigualdade e por mais condições para toda a gente, mesmo quando as infraestruturas faltam.

Num comício onde o Bloco de Esquerda sublinhou a sua marca feminista, Mariana Mortágua explicou a Luís Montenegro que o farol do país são "as mulheres que vão trabalhar e chegam a casa e tomam conta dos filhos". Já Fabian Figueiredo frisou o projeto histórico do Bloco de Esquerda para defender quem trabalha.

Habitação, transportes e lutas contra o extrativismo são temas de debate com o cabeça-de-lista do Bloco de Esquerda ao distrito de Coimbra. 

Comício-festa juntou centenas de pessoas para uma tarde de convívio e discussão política no Porto. Marisa Matias aponta para necessidade de uma política de empatia e Mariana Mortágua quer "acabar com a exploração" de quem trabalha e é invisível.

Centenas correram em Lisboa por justiça fiscal, numa ação de campanha do Bloco de Esquerda. "É tempo de correr com as desigualdades" foi o mote de uma ação que tem em vista a tributação das grandes fortunas e na qual o partido volta a sublinhar o seu compromisso com uma vida boa.

Francisco Louçã e Mariana Mortágua partilharam palco para explicar a necessidade de tributar as grandes fortunas e garantir justiça fiscal. Proposta já está aplicada em países como Espanha, Finlândia e Suiça.

No Porto, o Bloco de Esquerda vai ao encontro da Associação de Moradores do Bairro Aldoar para falar com quem vive sem eletricidade e água, mas também para descobrir como é que as pessoas constroem comunidade contra as dificuldades. "É gente que trabalha e não consegue fazer face às despesas mensais", diz Mariana Mortágua.

Depois de elencar as ameaças que os donos das plataformas digitais representam para as democracias, desde a detenção das infraestruturas digitais à exploração de dados, Mariana Mortágua falou em medidas para garantir uma maior soberania digital.

Projeto dá resposta educativa a um bairro que é uma zona esquecida para o Estado, trabalhando com mais de 50 crianças. A sua sustentabilidade está dependente de financiamentos anuais e refém de lógicas precárias.

Na sessão pública da noite de quarta-feira em Leiria, Mariana Mortágua apontou para o futuro com críticas à desigualdade económica enquanto Fernando Rosas afirmou o Bloco como a esquerda que "não tem medo das dificuldades, de confiança, que sempre ousou lutar e por isso ousará vencer".

O cabeça-de-lista pelo distrito de Leiria às eleições legislativas e a coordenadora do partido ouviram problemas dos trabalhadores por turnos da indústria vidreira numa sessão cheia. Fernando Rosas lembra luta histórica dos vidreiros e aponta que Bloco está pronto para a luta.

Fotos de Gabriela Carvalho.

Trabalhadores da empresa denunciam perda de poder de compra há mais de 10 anos e exigem aumento dos salários, redução do horário laboral e aumento do subsídio de turnos. Mariana Mortágua denuncia fortuna do dono da empresa e frisa necessidade de "defender o trabalho".

Três trabalhos, dez horas de trabalho por dia e várias viagens de autocarro. Assim é o dia de uma trabalhadora do serviço doméstico que todos os dias vem da Damaia para Lisboa trabalhar e sai de casa enquanto a cidade dorme.

Mariana Mortágua reuniu-se com moradores e visitou projeto de apoio educativo, num bairro onde a comunidade se organiza para colmatar as lacunas de um Estado ausente.

Por todo o país, militantes e apoiantes do Bloco de Esquerda percorrem as ruas das suas cidades, batendo porta a porta e falando com as pessoas. Entre quem trabalha, ouvem-se problemas na habitação e no custo de vida, e descobre-se uma nova forma de fazer política.

A coordenadora do Bloco de Esquerda juntou-se a duas trabalhadoras do serviço doméstico pelas 5h30 da madrugada para as acompanhar na sua viagem diária nos transportes públicos até ao trabalho. É um Portugal "que ninguém vê porque se levanta antes de toda a gente".