Greve

A paralisação de 17 a 20 de fevereiro abrange as empresas que garantem em regime de outsourcing o funcionamento de lojas e centros de contacto do Grupo EDP.

Manifestação da CGTP juntou muitos milhares de pessoas em Lisboa contra o pacote laboral. A luta vai continuar com uma greve geral convocada pelas duas centrais sindicais.

Renovamos o apelo a que os dirigentes sindicais, em conjunto com outros protagonistas sociais, sejam capazes de fazer convergir agendas, tempos e modos que conduzam a uma greve geral convocada por todos os sindicatos e, em processo unitário, pelas duas centrais sindicais portuguesas.

Os trabalhadores apresentaram uma proposta que custaria aproximadamente 50 milhões de dólares ao longo de quatro anos. Isto é metade do custo de um único caça F-15 e do que a Boeing pagou aos seus dois últimos CEO “em paraquedas dourados”, lembra o sindicato.

O acordo coletivo de trabalho promovido pelo governo de direita quer fazer os enfermeiros “trabalhar mais e receber menos”. Esta sexta, muitos serviços paralisaram a 100% e foi entregue uma posição subscrita por mais de 11.000 trabalhadores.

A Canada Post já foi referência em termos de trabalho seguro e de classe média. Agora, com o governo a tomar medidas para destruí-la, os trabalhadores dos correios lutam contra um futuro de empregos precários na área de entregas, benefícios cada vez mais escassos e salários cada vez mais baixos.

Adam D. K. King 

Salvini tinha ameaçado os grevistas mas ainda assim não conseguiu travar um movimento de solidariedade inédito.

Há 150 trabalhadores precários que deveriam estar nos quadros e falta contratar muitos mais, o que “provoca stress e burnout nos poucos que asseguram as funções” denuncia o sindicato que acusa a Câmara da Amadora de falta de respeito.

Os jornalistas dos órgãos de comunicação social públicos de Angola tinham previsto começar uma greve pelo pagamento de um aumento salarial que as administrações tinham aceite em acordo mas que não cumpriram. Um tribunal impediu a luta justificando que ficaria em causa o “direito à informação”.

Os trabalhadores da RHMais e da Randstad reivindicam um aumento salarial de 15% não inferior a 150€ para todos os trabalhadores e do subsídio de refeição. A primeira destas empresas decidiu descontar salário porque os trabalhadores participaram num plenário.

Trabalhadores de empresas subcontratadas para gerir os centros de contacto e as lojas da EDP Comercial, da SU Electricidade e da E-Redes exigem salários e direitos equiparados aos que se praticam no grupo EDP.

Trabalhadores da fábrica de sistemas de escapes para automóveis acusam a administração de desprezar as suas reivindicações.

Os trabalhadores exigem “justa compensação” e descanso compensatório por trabalharem nos feriados. Uma luta que se arrasta há anos sem que sucessivos governos deem resposta ao problema.

Os observadores meteorológicos e geofísicos do instituto público desempenham as mesmas função mas estão integrados em quatro carreiras diferentes, ganham salários diferentes e têm perspetivas de progressão na carreira diferentes. O sindicato luta para que todos sejam integrados na carreira técnica superior.

Os trabalhadores da PSA Sines e da LaborSines que trabalham no terminal XXI vão iniciar uma greve às duas últimas horas de cada turno. Estão contra “uma carga horária gigante” e pretendem a reposição do direito ao dia de aniversário.

Aumentos salariais, atualização do subsídio de refeição, de turno e de horas noturnas, negociação coletiva, mais férias e redução do horário de trabalho são algumas das razões para o protesto.

Esta terça houve uma primeira paralisação mas está já marcada greve para os próximos dias 8 e 9. O sindicato lembra que “apesar dos anúncios de pujança económica e investimentos na modernização os trabalhadores estão há dois meses sem receber salário”.

Os lucros da empresa que pertence à multinacional francesa Forvia têm aumentado aos milhões a cada ano. Para os trabalhadores sobram “tostões”. O sindicato queixa-se de falta de resposta negocial.

A dona da Zara, Pull&Bear, Massimo Dutti, Bershka, Stradivarius, Oysho e Zara Home tem retroativos em atraso desde 2019 e continua sem atribuir descanso compensatório por domingos ao trabalhadores do distrito do Porto, direitos que constam no contrato coletivo de trabalho denuncia o CESP.

A greve nos SMTUC será a quarta este ano por reposição das carreiras e melhoria de vencimentos. Os trabalhadores lamentam as “enormes” perdas de salário e transtornos aos passageiros por causa da situação mas continuam à espera que o Governo marque uma reunião para abrir o diálogo.