Greve

FESAHT quer intervenção agilizada da ACT no caso do incumprimento do Acordo de Empresa por parte da ITAU. Trabalhadores promete continuar a lutar "até às últimas instâncias".

Federação sindical sublinha falta de reconhecimento de carreira que foi criada há dois anos. Greve de 24 horas está com "grande adesão".

Empresa ainda não pagou salários de abril a 60 trabalhadores e agora deixou todos os trabalhadores sem o salário de maio. A Highpoint já tinha atrasado o pagamento de salários em dezembro de 2024.

Os trabalhadores lutam pela redução do horário de trabalho com uma greve ao período inicial e final do seu trabalho. No dia 12 de junho, a greve será de 24 horas.

Grupo Heineken recusa-se a negociar o caderno reivindicativo dos trabalhadores. Concentração está marcada para a frente da fábrica e sede de empresa, em Vialonga, a partir das 5h de 2 de junho.

Falta de operacionais efetivos é uma das razões para greve que reivindica também a redução dos horários de trabalho e aumento do subsídio de refeição. Eventos de maior afluência devem ser os mais afetados.

Sindicatos marcam greve contra proposta de salários mínimos. "Não vivemos de palavras de reconhecimento nem de proclamações vazias e exigimos respeito", dizem.

A Fenprof esteve em congresso e elegeu uma nova direção. Esta segunda-feira e durante todo o período em que duram os testes que substituíram as provas de aferição, a estrutura sindical tem marcada uma greve ao serviço relacionado com as provas ModA.

Estas são “feitas à custa da sobrecarga de trabalho dos professores” e são provas “sem sentido nenhum”. Para além disso, a federação sindical critica o “apagão” da educação nos debates eleitorais.

As 130 trabalhadoras têm em falta o salário de março e de abril e decidiram lançar “um grito de alerta”. São pessoas que ganha o salário mínimo e vivem já com dificuldade fazendo “uma ginástica apertada” quanto mais quando recebem “mais tarde e a más horas.”

Em comunicado, o Sindicato dos Maquinistas reafirma que “esta greve não é política, é uma greve de trabalhadores que exigem o cumprimento de um acordo justo e negociado”. Paralisação total dos maquinistas prossegue na sexta-feira.
 

A partir de quarta, haverá paralisações contra aumentos que não repõem o poder de compra dos trabalhadores. Não foram decretados serviços mínimos.

As negociações da contratação coletiva estão congeladas desde 2009, denuncia o sindicato. Reivindica-se valorização das carreiras e igualdade de tratamento para todos os trabalhadores.

Em entrevista ao Esquerda.net, o ativista sindical e assistente de bordo da CP Alfredo Martinho fala sobre as transmissões de estabelecimento que têm dificultado a vida aos trabalhadores, afirma a importância do Acordo de Empresa de 2025 e destaca a greve que acontece esta semana.

Greve pode estender-se até terça-feira. Trabalhadores exigem implementação de acordo negociado e acordado, Governo diz que não tem "competências" para o fazer enquanto está em gestão.

Os trabalhadores vão fazer greve ao trabalho suplementar e eventos especiais. Lutam pelo aumento do subsídio de almoço e redução para as 35 horas de jornada de trabalho semanal.

Pressão dos responsáveis patronais queria desmobilizar greve e impedir que trabalhadores falassem à comunicação social. SITE Norte solicitou intervenção "urgente" da ACT.

Face a um processo de luta longo e sem respostas da Reditus e da Segurança Social, trabalhadores do Centro de Contacto da Segurança Social marcam novas greves para final de abril e início de maio.

A greve na CP está marcada para os dias 7 e 8 de maio e é “contra a imposição de aumentos salariais que não repõem o poder de compra”.

O governo francês pretende criar uma holding única. Os sindicatos e a esquerda dizem que isso tem cortes orçamentais na mira e que a independência dos órgãos de comunicação social fica em causa. Nesta terça-feira também trabalhadores da agência pública de emprego e do setor médico-social estiveram em luta.