Greve

Trabalhadores dos transportes fluviais em greve parcial entre 29 de Junho e 2 de Agosto, em luta pela atualização das tabelas salariais em 2024.

A greve dos técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica da Unidade Local de Saúde Amadora-Sintra, convocada para os dias 16 e 17 de Julho, registava uma adesão entre os 90 a 95% pelas 9:30 desta terça-feira. Os trabalhadores em greve têm como principal reivindicação a revisão da tabela salarial para a carreira.

Os trabalhadores da hotelaria tinham decidido fazer greve numa votação com mais de 99% dos votos afirmativos. O pré-acordo é considerado pelo sindicato como algo “sem precedentes”.

Os professores do ensino superior politécnico precisam que saia um despacho para poderem progredir na carreira em condições de equidade com a restante função pública. Como isso não acontece, os docentes da ESEnfC estão em greve. Quase mil exames não foram realizados até ao momento.

Os trabalhadores paralisaram fábrica da Landeira em Palmela em luta por aumentos justos e para que todos os trabalhadores possam progredir um nível salarial de forma a contrariar os 117 euros que perderam desde 2015.

Dezenas de trabalhadores da CP das oficinas de Guifões e Contumil concentraram-se esta quinta-feira junto à estação de Campanhã em dia de greve por melhores salários e condições de trabalho.

Entre esta segunda-feira e sexta, sempre num horário diferente, os trabalhadores paralisam por melhores salários e cumprimento das 35 horas semanais.Entre esta segunda-feira e sexta, sempre num horário diferente, os trabalhadores paralisam por melhores salários e cumprimento das 35 horas semanais.

Perante a intransigência das Misericórdias, os trabalhadores decidiram convocar uma greve para 21 de junho. Lutam pela integração na esfera do Estado, melhores condições de trabalho e salários justos e dignos.

Os trabalhadores querem que o pagamento do trabalho suplementar e em dias feriados seja regularizado. A paralisação vai ter incidência nos 38 museus e monumentos nacionais que são geridos pela Museus e Monumentos de Portugal.

Os trabalhadores reivindicam um aumento salarial mínimo de 80 euros e uma subida do subsídio de refeição para 9,60 euros. E prometem retomar a greve a 5 e 25 de junho se as suas reivindicações não formem atendidas.

Greve convocada pela FESAHT incluiu concentração à porta dos patrões da restauração, que continuam a pagar valores próximos do salário mínimo e a bloquear a contratação coletiva, apesar de os lucros continuarem sempre a subir de ano para ano.

Arranque da greve nas primeiras horas desta quarta-feira parou atividade nas instalações de São João da Talha da empresa que assegura tratamento e valorização dos resíduos nas regiões da Grande Lisboa e Oeste.

Em dia de forte paralisação, os trabalhadores da Função Pública também saíram à rua e lembram que o governo ainda nem negociou a proposta sindical. Mariana Mortágua diz que o Governo prometeu resolver problemas em campanha mas agora está a deixar arrastá-los “sem solução à vista”.

A greve desta quinta-feira conta com uma adesão acima dos 90%, segundo o sindicato. Em plenário, decidiram marcar dois dias de greve por mês até que a administração aceite um aumento salarial mínimo de 80 euros e 9,60 euros de subsídio de refeição.

A empresa canadiana alega não ter condições para manter a mina a trabalhar se a luta dos trabalhadores continuar. Estes querem aumentos justos e condições de higiene e segurança no trabalho. Contestam o facto de haver dinheiro para investir 150 milhões de euros noutras minas mas não para melhorar a sua situação.

Os sindicatos falam num clima de “ameaças e coação” com os julgamentos sumários dos detidos a servirem como “um ato de intimidação pública com objetivo de inibir o exercício da liberdade sindical e o direito à greve”. A Ordem dos Advogados de Angola coloca-se do lado dos trabalhadores.

O salário mínimo no país é de de 35 euros e pretende-se um aumento para cerca de 109. A greve está a afetar os serviços públicos e os sindicatos denunciam ameaças aos trabalhadores.

Os trabalhadores das Misericórdias cumprem esta sexta-feira um dia de greve nacional exigindo “melhores salários e melhores condições de trabalho que dignifiquem o trabalho e os trabalhadores das Misericórdias.”

Na redação do diário a adesão foi de “quase 100%”. Assim, o seu serviço noticioso nas plataformas digitais e redes sociais foi “perturbado” e a sua edição impressa não saiu. Também a agência Lusa parou por completo desde a meia noite de quinta-feira até ao fim da greve. Dois exemplos de uma jornada de luta considerada “histórica”.

Na última das concentrações do dia de greve dos jornalistas, centenas juntaram-se no Largo Camões num “grito de alerta” para a sua situação profissional marcada pela precariedade, baixos salários e cargas de trabalho excessivas.