Política

A 23 de janeiro, pelas 15h30, Catarina Martins participa num comício nacional do Bloco de Esquerda, que terá lugar no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa. A iniciativa conta com um momento musical protagonizado pela banda portuguesa SAL. Inscreve-te aqui.

Catarina Martins esteve no Bairro da Jamaica, no Seixal, onde apelou ao realojamento destas famílias que há anos aguardam por uma solução digna de habitação. Recordou que André Ventura foi condenado por insultos racistas a uma família deste bairro e afirmou que “não aceitamos que ninguém insulte famílias ou comunidades pela sua cor da pele”. 

Costa atacou à esquerda e proferiu finalmente a expressão "maioria absoluta”. À direita liberalizou-se, trouxe-se o conservadorismo da “ideologia de género” e a prática do “marialvismo” quando as mulheres falaram.

Coordenadora do Bloco defende que “é com um sistema fiscal mais justo”, em que quem tem mais não foge às suas obrigações, “que podemos aliviar quem vive do trabalho” e investir em setores fundamentais como a Saúde e a Educação.

O “votómetro” lançado pelo Observador promete aos leitores “em minutos, descobrir com que partidos se identifica mais nestas legislativas”. Se alguém responder sempre “neutro”, descobre que afinal é de extrema-direita.

Em campanha no Fundão, Catarina relembrou que, em 2015, foi o voto no Bloco que permitiu um caminho de valorização dos salários. Neste novo ciclo, “é possível fazer muito melhor no combate à precariedade, na valorização das pensões e reforço do SNS”.

O Governo da República quer retirar à região o controlo sobre investigação que navios internacionais fazem no mar dos Açores. Jessica Pacheco, candidata do Bloco de Esquerda às legislativas de 2022, alerta para o perigo desta intenção.

Perante uma sala cheia em Viseu, Catarina Martins deixou “uma garantia aos poderosos que vampirizam Portugal: o Bloco está aqui contra a porta giratória dos interesses e da economia do privilégio, pela dignidade no trabalho, contra o crime económico e a corrupção”.

Catarina esteve com o movimento Terras de Miranda, que defende que os 110 milhões em dívida fariam “toda a diferença nesta região despovoada e abandonada pelo poder central”. Coordenadora bloquista sublinhou que “a história da EDP é uma história de privilégio, de bloco central e de portas giratórias”.

Beatriz Gomes Dias lamenta que o Estado “esteja a alienar património para a criação de mais um hotel quando há uma necessidade gritante de habitação a preços acessíveis na cidade de Lisboa”.

Os eleitores e as eleitoras que pretendam exercer o seu direito de voto antecipadamente já podem efetuar o seu requerimento para votar antecipadamente através da Plataforma Eletrónica até 20 de janeiro.

Nelson Peralta acusou o primeiro-ministro de não ter cumprido a promessa de dar uma "lição exemplar" à Galp depois do “disparate” em Matosinhos” e de se preparar agora para lhe oferecer milhões para a empresa utilizar na descontaminação dos solos.

Em Aveiro, Catarina afirmou que a “historieta da direita” de que atacar os direitos dos trabalhadores e “dar mais borlas a quem mais tem faria a economia crescer provou-se errada”. “Nenhuma descida de IRC aos Amorim fez com que pagassem melhor aos trabalhadores da cortiça”, frisou.

Num encontro com trabalhadoras e trabalhadores das cantinas, Catarina Martins afirmou: “Não é possível dizer a quem trabalha toda uma vida que trabalhará sempre a ganhar o salário mínimo ou condenar pessoas de quem dependemos para que este país funcione a contratos precários ano após ano”.

Bloco lembra os direitos das pessoas com deficiência, alerta que num inquérito 6,2% das pessoas indicaram que tentaram votar mas não conseguiram e pergunta ao Governo que medidas vai tomar para garantir cabalmente o exercício do direito do voto às pessoas com deficiência.

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