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Já saiu o programa do Fórum Socialismo 2022

O Fórum Socialismo 2022 realiza-se nos dias 26, 27 e 28 de agosto, em Coimbra, na Escola Secundária Avelar Brotero. A entrada é livre, a participação também, mas a inscrição é obrigatória. Consulta aqui o programa e inscreve-te.

Os trabalhos do Fórum Socialismo 2022 têm início às 21h30 de 26 de agosto, sexta-feira, com a sessão internacionalista: a Europa dos Povos.

Até domingo, dia 28, são inúmeros os temas que o Bloco de Esquerda traz a debate, desde a resposta à crise climática, à Guerra da Ucrânia e às novas desordens mundiais, passando pelas lutas do movimento LGBTI+. Poderás ainda participar em sessões sobre criptomoedas, tributação de multinacionais e trabalho em plataformas digitais. O direito à Cultura, à Educação e à Saúde, as consequências da delapidação dos serviços públicos também estarão em discussão. Mas o programa ainda inclui várias outras temáticas, como a indústria dos videojogos, a legalização da canábis para uso pessoal e o futebol popular, entre muitas, muitas outras.

Deixamos-te aqui o programa para que possas planear desde já as sessões a que queres assistir. Mas, para isso, tens de te inscrever. E podes fazê-lo já através do formulário criado para o efeito. Nele, tens a possibilidade de solicitar transporte gratuito de autocarro a partir do Porto e de Lisboa e garantir já as tuas refeições, que serão servidas no refeitório da Escola Secundária Avelar Brotero. Se não tens onde ficar, o ginásio deste estabelecimento de ensino estará disponível, mas deverás levar saco-cama e tapete/colchão de campismo.

No sábado, entre as 10h as 11h15, realizam-se várias sessões dedicadas aos temas “Educação: casa e escola. O que pode ser diferente?”, com Joana Lobo e Mariana Avelãs, “Ainda há profissões liberais?”, com Ricardo Gouveia e Catarina Silva, “O que se passa na indústria dos videojogos?”, com Carlos Duarte e Mafalda Duarte, “Como acabar com a guerra na Ucrânia?”, com Luís Fazenda e Francisco Seixas da Costa, “Que caminhos para a legalização da canábis para uso pessoal?”, com Miguel Costa Matos e Joana Canedo. Ainda neste horário decorre a sessão “Política Educativa”, com Manuel Sarmento.

A partir das 11h30, Moisés Ferreira fala sobre como “O liberalismo faz mal à saúde”, Pedro Filipe Soares e Mariana Mortágua apresentam a sessão “Blockchain e Criptomoedas: o futuro é uma fraude?”, Susana Constante Pereira e José Maria Cardoso trazem a debate o tema dos Serviços públicos e dos perigos desta descentralização, Mariana Carneiro e Manuela Tavares abordam os “50 anos das Novas Cartas Portuguesas” e Inês Milagre e Ana Isabel Silva refletem sobre o que está por fazer na ciência e investigação.

Após o intervalo para almoço, os trabalhos recomeçam com as sessões “Cidades Impossiveis”, com Ricardo Moreira, “A tradução como ato político”, com António Sousa Ribeiro, “Que agenda para o movimento climático?”, com Andreia Galvão, “SNS: qual o papel dos Cuidados Primários?”, com Bruno Maia e Carla Silva, “Somos o que comemos? Educação e soberania alimentar”, com Susana Brissos e Rita Calvário, e “Capitalismo de plataforma, UberFiles e exploração laboral”, com José Soeiro e Víctor Riesgo.

Logo a seguir, Ângela Coutinho e Julião Soares Sousa invocam “Amílcar Cabral, hoje”, Joana Mortágua apresenta a sessão “Menina veste rosa, menino veste azul: reflexões sobre ascensão e queda do bolsonarismo no Brasil”, Manuel Lopes e Nuno Veludo procuram responder às questões “O que acontece quando deixamos de ser um fator de produção? Que vida depois do trabalho?”, Vicente Ferreira esclarece se “Aumentar os salários piora a inflação”, João Silva e Rahul Kumar dão “Dois toques sobre o futebol popular” e Miguel Duarte e Joana Teixeira abordam a problemática “A era dos refugiados e as tarefas à esquerda”.

Ainda no sábado realizam-se as sessões “Tributação das multinacionais: uma história de impasses”, com Madalena Figueira, “A vida e as lutas de Alain Krivine”, com Alda Sousa e Carlos Carujo, “Crescimento na transição ecológica: verde, decrescimento, zero ou agnóstico?”, com Adelino Fortunato e Miguel Martins, “Saúde mental: o parente pobre do SNS?”, com Ana Matos Pires e Manuela Silva, “Vacina Covid: quando quem paga, não manda”, com Marisa Matias e José Miranda.

O dia de domingo começa com várias sessão dedicadas a temas tão variados como “Esburacar o fundo do mar? Como combater o extrativismo?”, com Catarina Grilo e Ana Matias, “O meu filho vai ter professor em setembro?”, com Rita Gorgulho e Alexandra Vieira, “O que aprender com Franz Fanon?”, com Bruno Sena Martins, “Novas desordens mundiais”, com José Manuel Pureza e Alexandre Sousa Carvalho, e “Se a Cultura é um direito, como efetivá-lo?”, com Pedro Rodrigues e Amarílis Felizes.

A manhã continua com a apresentação de Rui Curado Silva sobre “Energia nuclear: entre o greenwashing e a guerra”. No mesmo horário, das 11h30 às 212h45, Rodrigo Sousa e Marta Almeida dedicam as suas intervenções ao tema “O resto é paisagem? Que políticas para transformar o interior?” e Tatiana Moura e Tiago Rolino estão responsáveis pela sessão “Morrer para ser homem? Masculinidades e Feminismos em debate”. A escolha pode ainda recair nas sessões “Como regular os jogos de azar?”, com Isabel Pires, e “O que está a acontecer nas urgências em Portugal?”, com Mário André Macedo.

Já após o almoço, as temáticas em discussão não podiam ser mais apelativas. Leonor Rosas e Anabela Rodrigues falam sobre o “D de Descolonizar”, “Que pensões vamos ter?” é o tema da intervenção de José Castro e Ricardo Lafuente partilha connosco as suas ideias sobre “Como é que lutamos por uma internet melhor”. “As lutas do Movimento LGBTI+, com Fabíola Cardoso, e “O alojamento local vai acabar com as cidades?”, também integram o programa do Fórum Socialismo.

A iniciativa termina com a sessão de encerramento, às, que conta com a participação de Catarina Martins, Angela Mendes e José Manuel Pureza.

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