Política

Catarina Martins explica que a renovação que deseja promover “multiplicará a sua energia” e é clara sobre onde estará depois da Convenção: “eu sou daqui, estou aqui e aqui darei ao povo do Bloco todo o meu vigor e persistência, como sempre fiz”.

O partido defende que é “urgente” encontrar respostas para “mitigar o impacto do fenómeno do consumo de drogas a espaço aberto”, partindo do “conhecimento científico e prático existente” e assegurando o “respeito pelos direitos e dignidade de todos”.

No encerramento do Fórum LGBTQI+, Catarina frisou que o Bloco está “aqui para fazer as lutas que são precisas todos os dias”, pela “dignidade, pela igualdade e pela solidariedade”.

 

Catarina participou este sábado na manifestação nacional de professores. Coordenadora do Bloco defendeu que a responsabilidade do executivo de António Costa é “dar condições a quem deu tudo pelo nosso país, pela nossa democracia, e faz a escola publica funcionar todos os dias”.

Este sábado teve início no Porto o Fórum LGBTQI+ do Bloco. Maria Manuel Rola e Filipe Gaspar deram o pontapé de saída para dois dias de debates, workshops e plenários que celebrarão as vitórias já conquistadas mas também versarão sobre as lutas futuras e o longo caminho que ainda é preciso percorrer.

Na concentração convocada pela CGTP em Lisboa, Catarina Martins voltou a exigir o controlo de preços dos bens essenciais e a valorização de salários e pensões.

Depois do incêndio que matou duas pessoas na Mouraria, o presidente da Câmara de Lisboa diz que não lhe cabe fiscalizar as casas sobrelotadas e defende que "as pessoas não podem vir para o nosso país sem terem um trabalho".

A coordenadora bloquista Catarina Martins, os presidentes Gustavo Petro e Alberto Fernández, da Colômbia e Argentina, a ministra espanhola Ione Belarra, o ex-candidato presidencial francês Jean-Luc Mélenchon e o ex-líder trabalhista britânico Jeremy Corbyn unem-se num apelo à paz porque “as guerras são sempre pagas pelos povos”.

Parlamento vai discutir proposta do Bloco para desbloquear acesso aos 5º e 7º escalões e compensar os professores deslocados. Na concentração de professores em Viseu, a coordenadora bloquista diz que essa é uma boa altura para o Governo mostrar que quer negociar.

Catarina Martins encontrou-se com os trabalhadores da Siaco que na segunda-feira foram surpreendidos com o fecho da fábrica de São João da Madeira, sem explicações dos patrões nem forma de aceder ao subsídio de desemprego.

Durante as jornadas parlamentares do Bloco, Catarina Martins apresentou em Espinho as propostas do partido para acabar com “porta giratória entre negócios e política", impedir que familiares de governantes se candidatem a fundos europeus e assegurar a proteção de denunciantes de infrações nas autarquias.

Catarina Martins sublinhou que já durante a pandemia o país viu que “há também Odemira mesmo no coração de Lisboa” evoltou a defender a responsabilização de quem lucra com a exploração dos imigrantes. Em Lisboa, o Bloco insiste na exigência de respostas de Moedas para o problema da habitação.

 

Trabalhadores foram confrontados esta segunda-feira com uma empresa fechada e a informação de que a unidade deverá entrar em processo de insolvência. José Soeiro repudiou a total falta de respeito e anunciou que o Bloco já reportou o caso à Autoridade para as Condições do Trabalho.

O partido lamenta a “inércia das autoridades” e apela a uma intervenção rápida para resolver o problema.

Debates, workshops e plenários vão juntar mais de duas centenas de ativistas das lutas LGBTQI+ na Escola Artística Soares dos Reis, no Porto, a 11 e 12 de fevereiro.