Política

Catarina Martins defendeu este domingo que “fica cada vez mais difícil que o ministério das Finanças continue a fazer de conta de que não sabe nada do que se passa na TAP” quando tem a sua tutela partilhada.

A Mesa Nacional reuniu este domingo para fazer o balanço da sua atividade, aprovar o regimento da Convenção e o seu lema. Catarina Martins diz que se trata da “exigência republicana de uma democracia que responde com transparência ao país” e de “sinalizar a absoluta necessidade de “ouvir as crescentes reivindicações”.

Na Conferência Internacional Autismo pelos Próprios, Catarina Martins apresentou algumas das prioridades que o partido tem defendido para as pessoas com deficiência cognitiva e psico-social, nomeadamente na questão do acesso ao SNS, na escola e no trabalho.

Numa manifestação de solidariedade no Porto com o povo ucraniano, Catarina Martins defendeu que face à "invasão criminosa" não deve haver "mas nem meio mas", apoiando a ideia de conferência de paz.

Vereadora Beatriz Gomes Dias apresentou voto de repúdio contra a reposição dos brasões na Praça do Império, desta vez sob a forma de calçada, gravando assim na pedra a nostalgia colonial que ainda afeta fortemente a sociedade portuguesa. Proposta foi chumbada com os votos contra do PSD/CDS e a abstenção do PS e PCP.

Associação criada pelo ex-eurodeputado do Partido Socialista em Bruxelas é apontada em investigação jornalística como fazendo parte de uma rede de desinformação que promove interesses indianos. De 2011 a 2022, quase 2,4 milhões entraram nos seus cofres, principalmente na forma de doações e subsídios.

Mariana Mortágua anunciou que o Bloco requereu documentação sobre prémios e salários, mas também sobre outras decisões da gestão, nomeadamente contratos de consultoria. Escolha da frota automóvel da TAP e negócio da frota de aeronaves para pagar a privatização da empresa também são visados.

Catarina Martins afirmou que o executivo “não avança um milímetro para negociação que professores possam levar a sério”. No que respeita à crise da Habitação, a coordenadora do Bloco frisou que a resposta anunciada pelo governo é “uma mão cheia de nada”.

Com a diferença salarial entre homens e mulheres a fixar-se em 13% no ano passado, o Bloco entende que a lei sobre igualdade remuneratória pode ir mais além. E convida ao debate no próximo dia 3 de março.

No encerramento do encontro "Semear Coesão", Catarina Martins denunciou a "visão extrativista" do poder face aos territórios do interior, bem ilustrada esta semana na recusa do PS em aplicar IMI às barragens ou na "economia rentista" que o Governo promove à boleia dos fundos europeus.

O PS chumbou a proposta do Bloco para que fosse cobrado IMI às barragens e que este fosse aplicado nos concelhos onde estão instaladas. Mariana Mortágua culpa "o único partido que votou contra este projeto" por "abdicar desta enorme proposta de justiça".

Mariana Mortágua reagiu ao anúncio das medidas do Governo, sublinhando que o preço das casas "vai continuar astronómico". Parte das medidas "já existiam e foram ineficazes", outras são "um oceano de borlas fiscais ou "uma transferência brutal de recursos" de inquilinos e contribuintes.

O dirigente bloquista diz que “o ativismo patronal” contra várias das alterações feitas à lei laboral “é um indicador material de que permanecem sob ameaça várias das conquistas” que o partido conseguiu incluir na lei.

Eurodeputados de esquerda querem que a resposta humanitária na sequência do terramoto chegue a quem mais precisa. Após o protesto de jovens curdos que interromperam a sessão parlamentar, Marisa Matias salientou que é “um povo sistematicamente oprimido e tantas vezes ignorado pelo Parlamento Europeu”.