Há uma flotilha a caminho de Gaza. Gostava de acentuar o simbolismo da flotilha. Mais importante do que chegar a Gaza para distribuir alimentos e medicamentos é a viagem. A disponibilidade e a generosidade de sair do sofá e de partir.
A reforma laboral apresentada por cá não ajuda a combater os problemas do modelo de crescimento português e, pelo contrário, contribui para os acentuar: a flexibilização que tem como principal objetivo reduzir os custos laborais beneficia sobretudo as empresas em setores intensivos em trabalho.
E o que há fora das grandes cidades? É a pergunta deste artigo, que aponta a importância de todo o território, e dos seus conflitos políticos e sociais.
Ser cúmplice de um crime não se reduz a pegar na arma, é igualmente ficar a ver, nada fazer para impedir e, em muitos casos, facilitar o acesso à arma.
A candidatura de Catarina é a única, até agora, que defende incondicionalmente os Direitos Humanos, seja nos EUA ou na China, seja na Rússia ou em Odemira. Seja em El Salvador ou em Torre Pacheco.
É uma pequeníssima alteração, mas com um efeito profundo e um vastíssimo alcance: implodir um instrumento central do combate à precariedade e aos falsos recibos verdes, fazendo com que Portugal se volte a apresentar, neste campo, como um “offshore” laboral.
A União Europeia proclama-se guardiã dos direitos humanos e do direito internacional, mas a sua resposta ao genocídio em Gaza revela um desfasamento profundo entre princípios e prática.
Pelo menos, 246 profissionais de comunicação palestinianos foram mortos por Israel desde outubro de 2023. Para o Comité para Proteger Jornalistas, a guerra em Gaza é o conflito mais mortífero para profissionais da imprensa já documentado pela história.
Repetir hoje o apelo a uma guerra civil, aliás apoiado em iniciativas presidenciais recentes como enviar tropa para reprimir manifestações em Los Angeles, ou ameaçar a ocupação de Chicago, cidades governadas por democratas, tem significado.
Henrique, a política precisa de debate sério, não de intrigas de série B. Se quiser discutir ideias, cá estarei. Mas se for para falar de ‘ligações perigosas’, traga provas – ou, pelo menos, um bom argumento.
O Governo propõe eliminação da norma que proíbe ao empregador a aquisição de serviços externos para satisfazer necessidades que eram asseguradas por trabalhador que tenha despedido há um ano ou menos.