Opinião

Pelo menos dez países já avançaram com a autorização da prescrição de medicação por enfermeiros, enquanto outros expandiram o papel dos enfermeiros nos vários níveis de cuidados.

Miguel Martins

Nada disto é novo, pelo contrário, ao longo da História da Humanidade não faltam lições que ilustram isso mesmo. Resta-nos, agora, olhar para o futuro e construí-lo.

Pedro Amaral

Temos hoje a nossa Constituição sob ataque, particularmente no que respeita aos direitos humanos e a sua tradução nos serviços públicos.

Leonor Rosas

Serve este texto para interpelar todas as mulheres, que acham que uma cruz displicente num quadrado da extrema-direita nada diz respeito aos seus direitos fundamentais.

Rodrigo Sousa

Vivemos num país centralizado, lento e cego às margens. Regionalizar não é um luxo – é a única resposta política capaz de devolver confiança, travar o abandono e impedir que a raiva vire ruptura.

Fernando Rosas

Devemos talvez, nesta situação grave, procurar com lucidez e coragem reinventar o antifascismo. Ou seja, promover uma solução à esquerda, plural, que una tudo o que pode ser junto.

Francisco Mesquita

Há menos de uma semana, em Gaza, um ataque aéreo atingiu a casa da pediatra Alaa al-Najjar, matando 9 dos seus 10 filhos. Até quando permanecerá o Ocidente conivente com a matança destas crianças?

José Manuel Pureza

A Assembleia Nacional Francesa aprovou a lei que reconhece aos franceses o direito à ajuda para morrer. O alento que esta histórica decisão do parlamento francês traz a todos os que têm feito sua esta batalha contradiz os ventos de retração que a despenalização da eutanásia enfrenta em Portugal.

Bruna Oliveira Lemos

Porque é que uma mulher assertiva incomoda tanto? Mariana Mortágua é só o reflexo de algo maior. Enquanto o ódio às mulheres for tão automático e aceite continuaremos a precisar de mulheres como ela.

Manuel Afonso

No rescaldo das eleições legislativas, mais ainda do que em momentos anteriores, o “problema de comunicação” da esquerda vem à tona. Comunicamos bem ou mal?

Carlos Vieira

O facto de a direita junta ter os ⅔ de deputados necessários para a revisão da Constituição de Abril (como o IL e o CH já ameaçaram), obriga a esquerda a unir-se entre si e com todos os democratas que defendem o Estado Social nela garantido.

Maria J. Paixão

A Constituição aprovada a 2 de abril de 1976 constitui, como, aliás, todas as suas congéneres, um pacto social. O texto da Lei Fundamental é produto das tensões entre as forças político-sociais que se afirmaram no período de dois anos que mediou entre a Revolução de Abril e o término dos trabalhos da Assembleia Constituinte.