Perante muitos mistérios que envolvem o maior derrame de petróleo da história do Brasil, uma coisa é certa: o povo do nordeste deu uma lição ao Presidente que o despreza.
Nem a Esquerda nem a Direita ficaram iguais depois das eleições. No dia seguinte, amanheceu-se num Portugal partidariamente diferente e que reflete o quadro socioideológico português.
Se o Governo continuar a querer fazer os grandes relatórios e os brilharetes e não se dedicar às pequenas coisas, bem pode esperar pelo dia em que alguém olhará para trás.
Há indícios, no trabalho, de estarmos a resvalar para um outro quadro de “princípios” (interesses) organizacionais. Um quadro de "princípios", de interesses, em que "os seres humanos deixam de ser relevantes".
O Bloco consegue, nos Açores, e pela terceira eleição de âmbito nacional consecutiva, ser a terceira força política, desta vez obtendo o melhor resultado eleitoral de sempre em termos percentuais.
Se não for aprovado um novo regulamento para o Alojamento Local até 18 de novembro, as atuais restrições irão caducar e Lisboa regressará à lei da selva.
O PSD ofereceu-nos o triste espetáculo de sucessivas reviravoltas, tomando como reféns os representantes dos partidos, o MAI e o CNE, o Tribunal Constitucional, a Assembleia da República e o Governo, mas em primeiro lugar os emigrantes.
Há que simplesmente tratar Ventura como o que ele é, ou seja, como faria Natália Correia, notando que se trata de um emproado que quer fazer carreira deitando lama para todo o lado e que só vale 1% do eleitorado.