A arrumação dos deputados eleitos à Assembleia da República envolveu-se numa dança de cadeiras. Há lugar para todos, obviamente, mas contam-se pelos dedos algumas cadeiras de sonho e sobejam tantas outras a evitar.
As tentativas sucessivas de genocídio e de eliminação cultural do povo curdo por parte da Turquia não é, infelizmente, uma novidade, mas não é por repetir-se que se deve naturalizar e abandonar as nossas preocupações.
Antes de se atirar contra alguma frase venturista ou de levantar a sua indignação contra o que ele vai fazer todos os dias, pergunte-se como diria Natália Correia, que poema leria ou que imagem apreciaria.
Enquanto em Portugal se contavam os votos das eleições legislativas, o presidente norte-americano, Donald Trump, ordenava a retirada das suas tropas do nordeste da Síria.
Procuramos soluções, discutimos as que já existem e, enquanto tudo isto se passa, as mulheres vão morrendo às mãos dos seus agressores. Há, contudo, um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido e que merece ver a sua concretização.
O “novo” ministro Tiago Brandão Rodrigues parece crer convictamente no mito urbano de que se ignorarmos um problema com muita força ele eventualmente acabará por desaparecer.
Não será fogo fátuo antes tão real quanto ele incidirá sobre a vida das pessoas. De repente, as medidas pesadas da CGD. Outra vez, a credibilidade da esquerda à prova assim como a segurança e tranquilidade dos mais velhos.
A "geringonça" e outras máquinas foram ao teste das peças. Há quem entenda que o PS venceu por "poucochinho" ao obter uma percentagem maior do que a soma de percentagens de toda a Direita.