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Vasco Barata

Advogado. Licenciado em Direito e mestre em Ciências Jurídico–Criminais

Artigos do Autor(a)

24 de Março, 2020 - 18:59h

A crise anterior deu-nos uma lição: colocar direitos fundamentais, como a habitação, à mercê das elites é perigoso; colocar a responsabilidade da crise nos mais fracos é injusto, violento e, como ficou provado, má política económica. Artigo de Vasco Barata.

20 de Março, 2020 - 12:53h

Serão os advogados imunes ao COVID-19? Esta será a única explicação para que as respostas sociais que foram adotadas para estes tempos de incerteza, não cheguem aos advogados e solicitadores.

17 de Outubro, 2019 - 15:02h

Procuramos soluções, discutimos as que já existem e, enquanto tudo isto se passa, as mulheres vão morrendo às mãos dos seus agressores. Há, contudo, um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido e que merece ver a sua concretização.

14 de Agosto, 2019 - 12:21h

Fruto de conceções de outro tempo, os seus guardiões agarram-se à confortável ideia de que o direito é uma ciência exata e oculta que só os “técnicos” estão aptos a manejar.

15 de Abril, 2019 - 22:51h

Recentemente, sobretudo em crimes com um maior impacto mediático, tem-se optado cada vez com mais frequência pelo tribunal de júri. Saber se esta é uma boa solução é uma questão essencial.

26 de Setembro, 2018 - 10:36h

Não é um caminho fácil, mas tem vindo a ser percorrido: a precariedade já é vista como uma das principais chagas do nosso mundo.

21 de Março, 2018 - 10:21h

O sinal que os estudantes da Universidade de Coimbra deram ilumina o caminho que temos de percorrer e que terá como meta imediata o fim do financiamento público da tauromaquia.

16 de Novembro, 2017 - 18:28h

A Ordem dos Advogados defendeu alguns dos seus advogados – os que mais honorários cobram. Quando começará a defender os restantes?

20 de Julho, 2017 - 21:29h

A estratégia comunicacional não é nova e reconduz-se, no essencial, na tentativa de, mutatis mutantis, copiar para Portugal o triste fenómeno de Donald Trump.

7 de Maio, 2017 - 22:58h

Ao contrário do que Camilo Lourenço sugere, os portugueses não recebem o salário porque não valem mais do que isso; recebem-no porque a desregulação laboral criou um cisma precário.

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