Opinião

Maria Luísa Cabral

Em boa verdade, é muito prematuro e fora de propósito tecer comentários sobre o novo Ministro da Cultura. Porém, é oportuno levantar algumas questões que a governação deixa sempre penduradas.

Adriano Campos

A prática de cartel prejudica os consumidores, pois favorece a concentração de ganhos em poucos grupos da grande distribuição a partir de uma fixação concertada de preços.

Miguel Guedes

Marcelo, atado de pés e mãos, sem todas as letras mas solto em palavras-guia, não lança qualquer ultimato. Puxa dos galões e, à semelhança do que fez em Dezembro do ano passado ao dissolver o Parlamento, relembra que nele reside o poder nuclear do sistema.

Joana Mortágua

O objetivo é que as mulheres recorram aos serviços de saúde para terem as suas crianças, e por isso a mudança tem de começar por um impulso institucional. Aplicar e discutir boas práticas, facilitar a denúncia, punir os abusos e – principalmente – discutir o assunto, são prioridades.

José Manuel Pureza

Antitéticos na sua formulação e nos seus fundamentos, o discurso liberal e o discurso realista convergem, porém, no essencial: são ambos instrumentais de lógicas imperialistas. Ambos são discursos de justificação da guerra.

Francisco Louçã

A NATO passou a ser vista como a única garantia da Europa, enquanto Putin, que desencadeou a invasão para trucidar um país soberano, se tornou o homem mais detestado do mundo.

Leonor Rosas

Aqui continuamos, a exigir o fim da propina, a democratização do Ensino Superior, o fim das universidades-fundação, o aumento da ação social, o fim do fosso salarial nas instituições de Ensino Superior, a descolonização curricular e o aumento da oferta de residências universitárias.

José Soeiro

Nenhum acolhimento se faz apenas de gestos voluntariosos, de impulsos que podem ser tragicamente passageiros ou de redes informais sem escrutínio.

Vasco Barata

Chegados a abril, e quase meio ano depois da presidência de Moedas, nada de bom fica. Pelo contrário, há um caminho político que despreza as alterações climáticas, que aposta no carro para a mobilidade e que vê na habitação o negócio do costume.

A indústria portuguesa de armamento abasteceu conflitos como os da Etiópia, Afeganistão, República Centro-Africana, Líbia ou Somália, em alguns casos com a venda de "agentes tóxicos químicos ou biológicos, agentes antimotim, materiais radioativos".

José Manuel Pureza

Desengane-se quem acha que isto é um problema de Espanha. Não é. Todas vozes que, em todo o mundo, se têm levantado a favor da indiscutibilidade do direito à autodeterminação estão confrontadas com uma exigência de coerência. O Governo português também, portanto.

José Maria Cardoso

Num mundo de complexidade crescente, urge (re)criar uma democracia plural assente nos valores universais e na mundividência da globalização das culturas.