Opinião

Miguel Martins

Os partidos do chamado “arco da governação” sempre se empenharam em destruir o legado de Abril, desmantelando os mecanismos do Estado Social e dos serviços públicos como os conhecemos, através da descapitalização do Serviço Nacional de Saúde, da Escola pública ou da Segurança Social.

Há semanas fomos largos milhares nas ruas com um sonho de uma casa para viver. Dia 25 seremos as destemidas que desenham o projeto por uma vida boa.

A pandemia foi intensa e deixou marcas nos profissionais de saúde. É uma das causas indiretas de insatisfação que se vive no setor, sendo transversal a toda a Europa, independentemente do tipo de sistema de saúde que funciona nos diferentes países.

Francisco Louçã

A proposta de um sistema de controlo pessoalizada exige um novo mundo de bufaria e de medo. Esse novo mundo já chegou e não vamos ser poupados a esta indignidade.

Maria Luísa Cabral

Quem é mais populista, os que recorrem aos mecanismos do Estado ou os que ambicionam usá-los mas estão à porta? Desvergonha total, não é hora de rejubilar. Mas é hora para desfraldar bandeiras pelo fim das pensões de miséria. É tempo de Abril, essa é a luta.

Alexandra Manes

Assistimos ao desespero de quem vê os preços das casas a subir e os salários a perder poder de compra. Ficou claro no mapa das manifestações «Casa para Viver», que a falta de habitação a preços comportáveis se estende pelo país e os Açores não são exceção.

Joana Mortágua

Mais uma vez, é tempo de repetir que a propina dói. E não dói apenas aos estudantes, dói ao país.

João Teixeira Lopes

Pode a memória ser democratizada ou é um privilégio de quem, a uma determinada altura, detém os meios de produção narrativos? O artigo aborda o Museu da Pessoa e o seu núcleo no Porto, através da primeira exposição virtual centrada nas histórias dos mineiros do Pejão.

Pedro Miguel Cardoso

Tem circulado nas redes sociais um excerto de uma entrevista a José Saramago, em 2003, onde o escritor português afirma que não vivemos em democracia mas sim em plutocracia, uma fachada “democrática” que se concretiza num governo dos ricos sobre os pobres, de uma oligarquia sobre a maioria.

Miguel Guedes

A TAP é uma tragédia política para os anais da História da desqualificação da democracia portuguesa.

Isabel Pires

Hoje é claro que, para garantir que não há perda de rendimento (já sem falar de aumento de rendimento), o governo teria que, em 2024, aumentar as pensões em 10,5%. Será que vai fazê-lo?

José Castro

As propostas do governo são mais um exemplo da falta de coragem do poder político em responder aos problemas da habitação das classes populares. Algumas das questões mais relevantes da habitação foram completamente desvalorizadas e ficaram sem resposta.