Quem vive da sua pensão ou da sua reforma sabe bem os malabarismos que a maioria absoluta do PS tem feito, para tornear o necessário aumento para que os idosos possam fazer frente também ao crescimento da inflação.
Cavaco Silva quis derrubar Santana Lopes, aliou-se a Sócrates e depois desaliou-se, atacou Marcelo Rebelo de Sousa, tudo sempre pela mesma razão, a sua tutela do PSD.
Os trabalhadores dos bares dos comboios mantiveram durante 59 dias uma vigília nas estações de Campanhã e Santa Apolónia, realizaram ações de protesto, ocuparam linhas e com a sua luta conseguiram ser reintegrados com todos os direitos e regalias.
Não temos a força do dinheiro. Não controlamos a comunicação social. Recusamos o populismo e a mentira como estratégia política. Resta-nos o mais importante. A rua. A rua é a nossa força. E sejamos honesto, é também a nossa alegria.
A defesa dos serviços públicos não é um encargo dos seus profissionais, mas sim uma luta que é do interesse de todos. O acesso equitativo a cuidados de saúde de qualidade garante coesão social, desenvolvimento económico e viabilidade de projetos de vida.
Na discussão atual sobre a guerra da Ucrânia tem vindo a debate a existência ou não de um Imperialismo Russo, sendo esta uma das razões que justifica posições diferentes.
Poupanças de curto prazo no investimento no SNS, correspondem a maiores despesas de longo prazo, degradação do serviço público assim como a uma relação de dependência e captura pelos grandes grupos privados da saúde.
Há uma luta a fazer pelo SNS, que tem de ser feita, lado a lado, por cidadãos e cidadãs e por todos os profissionais de saúde, na rua, com alegria, no dia 3 de junho e em todos os dias das nossas vidas.
O fracasso da política de saúde materna do ministro da Saúde, Manuel Pizarro, ficou bem evidente, quando descobrimos que o setor público vai recorrer ao setor privado para dar resposta aos nascimentos no próximo Verão.
O apoio do Governo português ao plano marroquino, como “proposta realista, séria e credível”, sem mencionar a autodeterminação do povo sarauí, é um gesto de abdicação e profunda incoerência.