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Ambientalistas e autarcas dizem que a exploração a céu aberto na Galiza pode contaminar o rio Rabaçal, no concelho de Vinhais. Bloco exige explicações sobre a ausência de intervenção do Governo português na avaliação ambiental transfronteiriça.

Empresa detida pelo Grupo Mello vai receber 180 milhões dos cofres públicos e a Savannah, que contratou os ex-ministros Mira Amaral e Luís Amado, fica com quase 110 milhões. Associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso fala em “grave perversão do interesse público”.

O Governo quer entregar 110 milhões à contestada mina de lítio em Boticas, destinada à exportação para a indústria alemã “enquanto Portugal sacrifica o seu património natural e a qualidade de vida dos seus cidadãos. Bloco questiona Governo sobre apoio a “projeto predatório”.

O Movimento Não às Minas – Montalegre opõe-se à exploração de tungsténio nesta zona por razões ambientais, sociais e de saúde pública.

Pela quinta vez, ativistas de todo o país encontram-se com a população que resiste à multinacional mineira Savannah.

Luís Amado e Luís Mira Amaral vão integrar o “comité consultivo” da Savannah Resources com vista a “apoiar a empresa no desenvolvimento do seu projeto” de exploração mineira contestado pela população.

Nova concessionária da mina quer implementar modelo de turnos com quatro dias de trabalho seguidos de quatro dias de folga. Trabalhadores contestam concentração e avançam para a greve nas equipas do fundo da mina.

Classificação como “projeto estratégico” dá tratamento preferencial aos planos da empresa mineira e não teve em conta a ameaça ambiental e o protesto das populações. Organizações querem que Bruxelas reavalie a decisão.

O nosso país aceita supostas “medidas compensatórias” em projetos que ferem locais pertencentes à rede Natura 2000. A Diretiva Habitats proíbe. O Governo fica com dois meses para corrigir ou pode ir parar aos tribunais europeus. Em causa estão sobretudo projetos mineiros em áreas protegidas.

Bloco de Esquerda opõem-se a mineração de ouro no distrito de Évora e questionou governo sobre autorização, riscos ambientais e transparência.

Estado terá feito uma "resolução fundamentada" em resposta à providência cautelar. Empresa quer "recuperar tempo perdido" e começar imediatamente os trabalhos.

Venda de terreno à empresa que quer explorar lítio foi bloqueada. Tribunal diz que terreno não pertencia a agricultores que venderam o terreno, mas sim à Comunidade Local de Baldios.

Proprietários interpuseram providência cautelar contra o ministério do Ambiente e despacho de admissão suspende trabalhos. Mariana Mortágua diz que "a luta não acabou e isso dá-nos esperança".

Governo concedeu servidão administrativa à empresa que quer explorar as minas de lítio nas Covas do Barroso. População local promete resistir e marca ação para dia 18 de janeiro.

Agência de crédito que atua em nome do Estado alemão quer garantir cerca de 257 milhões de euros para o projeto de exploração de lítio em Boticas, com a contrapartida do fornecimento do metal precioso ao acionista alemão que lidera o projeto. Savannah fala em "passo fundamental".

A administração quer unificar o horário de entrada dos turnos da lavaria e da mina para as 7h30 e 19h30. Trabalhadores dizem que a mudança prejudica a conciliação da vida profissional e familiar e o sindicato apela à luta contra a medida.
 

Com o cobre em alta, os trabalhadores lutam por melhores rendimentos. Em 2017, pararam durante 44 dias fazendo os preços desta matéria-prima subir nível. Perante o impasse negocial preparam agora nova greve de longa duração.

Entre os dias 7 e 9 de abril decorreu em Boticas, Trás-os-Montes, o 9º Encontro Nacional pela Justiça Climática. O Esquerda.net esteve presente e falou com alguns dos protagonistas para ouvir a causas e os rumos do combate por justiça ecológica e social.

Paralisação de três horas no início de cada turno começa na quinta-feira e termina a 28 de março. Trabalhadores da Beralt Tin reclamam melhores salários e dizem que "dinheiro é coisa que não falta" à empresa.

O presidente da Câmara de Boticas reagiu com satisfação às conclusões do Ministério Público, considerando que “vêm dar ainda mais força à luta contra a exploração de lítio” e “demonstram que os argumentos da população contra a mina são totalmente legítimos”.