Trabalhadores da empresa que gere os equipamentos de animação cultural na cidade de Lisboa rejeitam a imposição de aumentos salariais abaixo da inflação prevista pelo quarto ano consecutivo.
Mariana Mortágua e Carolina Serrão visitam agrupamento de escolas para dar destaque ao tema da educação. Investimento no ensino público, adaptação à educação multicultural e soluções sobre smartphones foram temas de discussão.
Proposta foi aprovada com votos a favor de toda a oposição e contra de coligação Novos Tempos e prevê também a revisão do projeto da Fidelidade Property.
Problemas na mobilidade e circulação pela cidade e falta de articulação com as freguesias denunciam falhas na resposta municipal. Bloco quer reunião de câmara extraordinária.
Os trabalhadores vão fazer greve ao trabalho suplementar e eventos especiais. Lutam pelo aumento do subsídio de almoço e redução para as 35 horas de jornada de trabalho semanal.
Carlos Moedas queria prolongar por sete anos o contrato com o consórcio que detém há 40 anos o monopólio da urbanização na Alta de Lisboa. Deputados quiseram reduzir o prazo e a empresa não gostou. Reunião da Assembleia acabou adiada.
Bloco acompanha a luta há muito tempo e finalmente vê a sua solução viabilizada na Câmara Municipal, o que permitirá que a histórica instituição cultural de Lisboa se mantenha no mesmo sítio.
Cooperativa que dinamiza parte do espaço do Hospital Miguel Bombarda construiu programa para pensar o hospital através do seu legado e dos seus pacientes.
Ricardo Mexia contratou Rodolfo Pimenta, presidente da Mesa da Assembleia da Junta do Areeiro, e Patrícia Leitão, ambos ex-vogais do PSD naquela Freguesia agora acusados de corrupção pelo Ministério Público.
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa denuncia problemas decorrentes do processo de transferência de competências e de trabalhadores da Câmara de Lisboa para freguesias.
Uma rede de movimentos de extrema-direita e fascistas anunciou um encontro numa biblioteca municipal de Lisboa. O Bloco defende que é “inaceitável” que a Câmara de Lisboa ceda equipamentos municipais para encontro de movimentos "expressamente proibidos na Constituição da República Portuguesa”.
No primeiro almoço com apoiantes, a candidata do Bloco à Câmara Municipal de Lisboa afirmou que quer discutir com outras forças um programa forte para enfrentar o turismo e a especulação imobiliária e “livrar Lisboa de Carlos Moedas”.
Diogo Vieira da Silva terá utilizado o seu papel na associação Variações para desviar dinheiro. Bloco de Esquerda já tinha questionado legitimidade da escolha de Carlos Moedas.
Os dados provisórios da PSP indicam que os números da criminalidade geral e violenta em Lisboa tiveram no ano passado a segunda maior queda dos últimos 10 anos.
Depois do chumbo do Tribunal Constitucional, o Movimento Referendo pela Habitação reformulou as perguntas para o referendo ao Alojamento Local em Lisboa. No dia em que a Assembleia Municipal se ia pronunciar, as maiores bancadas retiraram o ponto da ordem de trabalhos.
O Bloco mostra-se “preparado para enfrentar a política de Carlos Moedas que neste mandato favoreceu os unicórnios e a especulação imobiliária, agravando as crises da habitação, do trânsito, da higiene urbana e da exclusão social”.
Ativistas falam em "decisão política" do Tribunal Constitucional que reflete "a incapacidade das instituições em reconhecer e responder à gravidade da crise habitacional que assola o país", mas admite reformular as perguntas.