Legislativas 2024

Intervenção de Fernando Alves no comício de Lisboa da campanha do Bloco de Esquerda para as legislativas.

Durante uma visita à Solidariedade Imigrante, Mariana Mortágua afirmou que a direita sabe que são os imigrantes “quem garante a economia portuguesa”, mas opta por lançar “muita desinformação e muita mentira” porque quer “imigrantes clandestinos e explorados”.

Na campanha eleitoral dos tempos de antena, o Bloco volta a marcar a diferença na forma de tratar temas e propostas para a habitação, saúde ou impostos.

Em Setúbal, Mariana Mortágua defendeu o fim do regime dos Projetos de Potencial Interesse Nacional (PIN), pois considera-os “um convite à corrupção e ao tráfico de influências".

A campanha bloquista atravessou esta segunda-feira o Sado de catamarã para chamar a atenção para os elevados preços dos bilhetes que afastam a população de Setúbal da península de Troia, capturada pelos interesses que promovem o turismo de luxo.

À semelhança das últimas eleições, só há três partidos a propor legalizar a canábis. O Bloco é o único a incluir o autocultivo no programa eleitoral. Nesta edição olhamos também para as propostas de todos os partidos para a área das dependências.

Confrontado com as suspeitas de financiamento ilegal, André Ventura entregou aos jornalistas o que dizia ser a lista completa de doadores do Chega. Mas apagou o dono dos CTT. E este não foi o único.

Mariana Mortágua dedicou o discurso no comício deste domingo às mulheres, lembrando o papel do Bloco na luta pelo direito ao aborto e contra a violência doméstica e o papel destas enquanto “barreira contra a direita do extremo retrocesso”. Fernando Alves, Catarina Martins, Pedro Filipe Soares e Jorge Costa também juntaram a sua voz.

No comício do Porto, a coordenadora bloquista falou de “amar o país”, das cuidadoras informais e da proposta de criar um Serviço Nacional de Cuidados. Mas também comentou a entrada de António Costa na campanha, lembrando todos a quem a maioria absoluta falhou.

Em visita à região, Mariana Mortágua acompanhou o “grito de revolta” da população local que foi despeitada pelo projeto “a pouca distância das suas casas”. Para ela, é preciso travar a “arrogância” da maioria absoluta que “passou por cima de leis, de estudos de impacto ambiental” para o impor.

No comício de Coimbra, Miguel Cardina defendeu que a política que importa é a que não se divorcia da vida das pessoas, José Manuel Pureza lembrou que o Bloco conseguiu impor as políticas que disseram ser impossíveis e António Ferreira concluiu que o PS, sem a força da esquerda, "é inútil”.

Na viagem entre a Covilhã e a Guarda, a campanha bloquista defendeu a criação de um passe intermodal na região e o fim das portagens nas SCUT.

 

André Ventura antecipou a "notícia" publicada pelo semanário detido por um fundo com ligações ao regime de Viktor Orbán e assinada por uma jornalista que foi cabeça de lista do CDS. Desta vez o alvo foi a mãe de Mariana Mortágua.

"Quando rebentar a bolha do eleitoralismo, é só a força do Bloco que garante a recuperação do tempo de serviço", afirmou a coordenadora do Bloco. O candidato bloquista Rafael Henriques prometeu lutar no Parlamento por "um SNS próximo, eficaz e robusto".

Para Rui Tavares, “é possível fazer muita coisa em conjunto para melhorar a democracia”. Questionado sobre o pós-eleições, defendeu que “a direita democrática tem de ter com quem dialogar" se recusar o apoio do Chega.

Mariana Mortágua visitou a antiga Escola Veiga Beirão e o coletivo "Os Combatentes". Lamentando que PS e PSD privilegiem a especulação e a venda de património para fins turísticos, a líder bloquista frisou que existiu uma “confluência de políticas públicas que criaram a crise da habitação”.

A Câmara de Lisboa anunciou a abertura de assembleias de voto em três zonas da cidade para o dia 3 de março. Mas os eleitores não podem escolher duas delas. Bloco questionou Moedas sobre a razão desta limitação.

 

Mariana Mortágua frisou que é uma vitória completa porque o avanço civilizacional é tão evidente e indesmentível que a direita não se atreve a propor a alteração da lei e até a extrema-direita capitulou. Por outro lado, ela está ameaçada “porque a sua aplicação enfrenta enormes obstáculos no SNS”.

O manifesto de imigrantes brasileiros em apoio ao Bloco de Esquerda vai ser apresentado esta sexta-feira em Lisboa. Promete-se “um dia repleto de conversas, música, política, arte e solidariedade radical”.

O Bloco faz 25 anos e continua sem dar descanso aos Donos Disto Tudo e a lutar por soluções para a vida do povo. Neste Tempo de Antena, viajamos com a Mariana Mortágua pela história do Bloco.