Greve

No primeiro dos dias de greve a adesão situou-se nos 90% de acordo com o STAL. Para além de apontarem para os lucros da empresa municipal, os trabalhadores criticam a autarquia “por ignorar os problemas denunciados, demonstrando uma atitude passiva e despreocupada em relação às dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores”.

Greve foi convocada pelo STAL para os dias 3, 4, 5 e 6 de agosto em resposta à falta de disponibilidade negocial da administração da administração da Parques Sintra - Monte da Lua sobre um novo acordo de empresa.

Treze trabalhadoras da multinacional têxtil em Iruña obtiveram um aumento salarial de 24,7%, depois de terem lutado desde 9 de dezembro. Por Raúl Novoa González/El Salto Diário.

Esta foi a quarta greve este ano e para 11 de setembro ficou marcada nova paralisação. O sindicato apresentou queixa porque a empresa fez contratações para substituir os grevistas.

Trabalhadores da empresa de limpeza industrial SAMSIC, a exercer funções no aeroporto de Lisboa, estão em greve esta terça e quarta-feira por horários iguais aos colegas de outras empresas, o pagamento de subsídio de turno e de transporte.

Trabalhadores de handling nos aeroportos estão em greve contra precarização no setor e pagamento do trabalho em dia feriado a um valor menor que em dia normal. José Soeiro acusa empresa de exploração descarada e de utilizar esquemas para contornar a lei.

Centenas de trabalhadores e trabalhadoras dos hotéis participaram esta sexta-feira num protesto por melhores salários e condições de trabalho. Isabel Pires saudou a sua luta e frisou que o setor tem de valorizar os seus profissionais.

Arrancou esta terça-feira a greve de três dias convocada pelo SIM. Forte adesão é sinal da "grande insatisfação que os médicos têm tido em relação a um Governo que não apresenta propostas", diz o sindicato.

Os quatro sindicatos que convocaram a paralisação também marcaram greve total nos dias 30 e 31 de julho e 5 e 6 de agosto. Acusam a empresa de “escolher o conflito”. A semana passada foi noticiada a intenção da Vinci de vender a empresa de handling dos aeroportos nacionais.

Os trabalhadores do setor da hotelaria começaram esta segunda-feira a quinzena de luta que culminará com uma greve nacional no dia 28. Salientam que os lucros enormes que os patrões estão a receber não se traduzem em melhorias salariais ou em direitos.

Aumentos salariais, as 35 horas semanais e o aumento de dias de férias são algumas das reivindicações que levam os trabalhadores à luta na véspera da Jornada Mundial da Juventude.

Os médicos querem “uma tabela salarial digna” e consideram inaceitável o aumento do limite do trabalho extraordinário. Os enfermeiros dos hospitais privados pretendem também melhorias salariais e que a compensação pelo horário de trabalho desfasado se aplique a quem trabalhe por turnos e à noite.

A EDP recorre à externalização de operações essenciais para a sua atividade. Os trabalhadores querem direitos equiparados àquela empresa e lutam contra a pressão nos postos de trabalho.

Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil informa que a transportadora aérea cancelou até ao momento 69% dos voos que partiriam do Porto, Lisboa e Faro entre 21 e 25 de julho. EasyJet é acusada de ter um “regime de rentabilidade máxima e remuneração mínima”.

97% dos filiados nos Teamsters deram até ao fim do mês para que a empresa aumente salários, compensando congelamentos anteriores e inflação. Entretanto, na indústria do cinema os atores ponderam juntar-se à greve dos argumentistas que continua.

Concentração desta segunda-feira protestou em defesa da liberdade sindical e contra as represálias a quem fez greve este ano por se opor à obrigação de fazer a limpeza geral da loja após o trabalho.

A administração do grupo mineiro recusa ir além dos aumentos de 2% ou 36 euros e não permite a realização de plenários. Sindicato avança para paralisação de duas horas ao início de cada turno.

“Denunciar e impedir o recurso forçado” ao trabalho para a Jornada Mundial da Juventude é uma das razões apresentadas para o protesto. Para além disso, procura-se “impedir o recurso abusivo” ao trabalho suplementar.

Em maio tinham organizado a primeira greve na empresa por causa do “enorme descontentamento” pela proposta de aumentos salariais da empresa. De lá para cá nada mudou e os trabalhadores insistem na sua luta por aumentos salariais “dignos e justos”.

Os trabalhadores fizeram greve esta quarta-feira e denunciam as dificuldades que enfrentam por causa dos atrasos nos pagamentos.