Greve

Paralisação na empresa de gestão de resíduos arrancou às 0h de segunda-feira e decorre até às 24h de sexta. Deputada bloquista Isabel Pires esteve no piquete que deu início à greve.

 

Fábrica de escapes é a empresa do grupo com melhores resultados em Portugal, mas os seus trabalhadores são os mais mal pagos.

Os trabalhadores querem “negociações sérias” e protestam contra a “cláusula sobre a adaptabilidade” que, alegam, “pode significar jornadas de trabalho de 9,5 horas diárias, sem compensação monetária e sem intervalo para descanso, além da desregulação sistemática da vida pessoal e familiar dos trabalhadores”.

Os argumentistas estão em greve já há seis semanas. Os atores decidiram juntar-se-lhes se não for alcançado um acordo até ao fim deste mês. Salários, compensações pela reprodução do seu trabalho nas plataformas de streaming e proteção face à inteligência artificial são reivindicações que unem as duas classes.

A empresa de artigos de puericultura francesa queria impor “aumentos zero”. As trabalhadoras fizeram greve pela primeira vez na vida, aguentaram intimidações e uma carga policial. No final, os patrões cederam.

Centenas de trabalhadores das IPSS saíram esta quarta-feira às ruas no Porto para exigir salários dignos e condições para exercer as suas profissões. José Soeiro esteve presente em solidariedade e diz que o grito das trabalhadoras tem de chegar a patrões e Governo “e continuar a soar até que as coisas mudem”.

Paralisação contesta a ameaça de retirada dos revisores nos comboios que circulam vazios. Vários sindicatos desconvocaram a greve após receberem garantias do secretário de Estado.

Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil acusa EasyJet de considerar "tripulantes das bases portuguesas trabalhadores menores". Isabel Pires, que esteve na concentração realizada no aeroporto de Lisboa na sexta-feira, defende que “há uma situação de injustiça a que é preciso dar resposta”.

Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) anunciou esta quinta-feira duas greves a 28 e 30 de junho. Melhores condições de trabalho, a contratação de mais profissionais e a contagem de pontos para efeitos de progressão na carreira constam do caderno reivindicativo.

Esta sexta-feira, estes trabalhadores fazem greve contra atualizações salariais “miseráveis” e uma “retirada brutal de direitos dos trabalhadores promovida pela AHRESP.

Esta quarta-feira, os trabalhadores saíram às ruas e foram sede da instituição levar o seu caderno reivindicativo. Ao mesmo tempo, acusam a Misericórdia de “ilegalidade” por ter substituído trabalhadores grevistas.

A FNAM diz que a paciência dos médicos se está a esgotar enquanto o Governo insiste em não apresentar uma proposta negocial para as grelhas salariais da classe.

A pedido do Governo, um tribunal arbitral tinha marcado serviços mínimos para as greves de 2 e 3 março. O Tribunal da Relação de Lisboa reitera agora a posição dos professores porque “o direito à greve só pode ser sacrificado no mínimo indispensável”.

A sessão evocativa da histórica greve dos trabalhadores da Carris terá lugar na estação de Santo Amaro, em Lisboa, no próximo dia 1 de junho pelas 10h30.

Paralisação é um instrumento de luta por aumentos salariais, a valorização de carreiras, novas contratações e o fim da destruição de postos de trabalho. Trabalhadores reivindicam ainda o cumprimento do acordo coletivo.

O sindicato EVG tinha colocado o aumento do salário mínimo como prioridade e nas vésperas da greve a empresa ferroviária estatal cedeu. Contudo, avisa-se que estão “longe de pendurar os coletes dos piquetes de greve no armário” porque são precisos aumentos para o resto dos trabalhadores que compensem a subida de inflação.

O final de maio e o início de junho ficarão marcados por uma greve contra a “postura de arrogância e inflexibilidade” da administração, os baixos salários que asfixiam os trabalhadores, a precarização e a discriminação face aos seus colegas de outros países.

Deputada bloquista Isabel Pires esteve esta quinta-feira mo piquete de greve em Loures a apoiar os trabalhadores nesta luta "por condições justas de trabalho e um salário digno".

Por melhores condições de trabalho, pela contratação de mais profissionais e pelo fim da precariedade, entre outras reivindicações, o Dia Internacional do Enfermeiro será marcado por uma jornada de luta.

Após dez dias de greve “clássica”, os funcionários judiciais prosseguem o protesto com uma paralisação ao serviço fora das horas de expediente.