Greve

Os trabalhadores da Kaiser Permanente estão a fazer uma greve de três dias depois do contrato coletivo de trabalho ter caducado e de administração e sindicatos não terem chegado a novo entendimento.

A estação pública não quer aceitar “centenas” de pedidos de reenquadramento de trabalhadores que estão a desempenhar funções acima do seu salário, não atualizou as ajudas de custo nem fez a atualização salarial extraordinária que o Governo recomendou às empresas públicas.

Falta de resposta às propostas salariais dos trabalhadores, salários pagos de forma atrasada e a destituição do diretor de Informação sem ouvir o Conselho de Redação são alguns dos motivos da paralisação desta quarta-feira, a primeira na história desta rádio.

Com os 12.700 trabalhadores de três fábricas da GM, Stellantis e Ford em luta, as empresas começam a anunciar dispensas de outros trabalhadores sem direito a compensações. O sindicato contesta e garante que estes trabalhadores não ficarão sem rendimento.

A vaga de ativismo sindical continua em muitas empresas dos EUA. Nas maiores fábricas de carros do país luta-se agora por um horário semanal de 32 horas, aumento salarial de 46% ao longo de quatro anos, recuperação do esquema de pensões eliminado, menos precariedade e fim da discriminação salarial dos trabalhadores mais recentes.

O Contrato Coletivo de Trabalho do setor caducou em 2016, “colocando milhares de trabalhadores em más condições de vida, retirando direitos consagrados como as diuturnidades e pagamento do trabalho suplementar” afirma o STIAC.

Os funcionários regressam à luta esta sexta-feira com uma greve que promete encerrar os tribunais. E a partir de segunda-feira e até ao fim do ano estão marcadas greves alternadas. Desde o início do ano, o processo de luta, diz o sindicato, já deixou cinco milhões de atos judiciais por cumprir.

A paralisação pretende resolver o problema da descriminação dos trabalhadores contratados no Brasil e Cabo Verde. Há também reivindicações que dizem respeito ao conjunto dos trabalhadores como elaboração atempada de escalas, pagamento do trabalho noturno, suplementar e feriados em conformidade com o contrato coletivo de trabalho.

Profissionais são cerca de um terço dos clínicos do SNS e arcam com uma elevada carga de horas extraordinárias, dado à escassez de recursos. Esta quarta-feira iniciaram uma greve de dois dias por aumentos salariais e valorização profissional. SIM aponta para adesão de entre 83% e 85%.

A administração “foge ao diálogo” e os trabalhadores querem avanços nos seus direitos, um reforço dos quadros de pessoal, atribuição de subsídio de risco a todos os trabalhadores, melhoria de condições de trabalho e aumento de remunerações.

Intervenções da deputada bloquista Isabel Pires, do sindicalista sector têxtil Domingos Pinto, da escritora Manuela Espírito Santos e do historiador Gaspar Martins Pereira. Sessão organizada pelo Bloco de Esquerda no Porto a 30 de junho de 2023.

A greve destes trabalhadores teve adesão entre os 90% e 95%. Dizem que o governo continua sem os ouvir por causa da revisão da carreira, querem condições de trabalho dignas e a contratação de mais pessoal já que as áreas protegidas deviam ter 1.500 vigilantes e só há têm uns 200.

As negociações sobre carreira arrastam-se desde julho passado e o trabalho suplementar acumula-se devido à “falta de recursos humanos”, penalizando os trabalhadores no seu descanso, vida social e familiar denuncia o Sitava.

O pagamento do trabalho prestado em dias feriados, a criação de uma especial, a regulamentação do trabalho por turnos e o reforço do serviço público de meteorologia estão na base da paralisação agendada para esta terça-feira.

Estruturas sindicais avançam que a quase totalidade das lojas da EDP esteve encerrada na segunda-feira ou com forte perturbação na sua atividade, e que que também foi fortemente afetado o funcionamento dos centros de contacto em Lisboa e em Seia.

A autarquia colocou os trabalhadores da recolha de resíduos a trabalhar nas horas de mais calor e os trabalhadores fizeram greve. O STAL denunciam que nesta “a autarquia violou os preceitos legais do direito à greve, substituindo trabalhadores em greve por um encarregado”.

De 14 a 19 de Agosto, os trabalhadores dos centros de contacto e lojas de empresas do Grupo EDP vão fazer greves e ações de rua pela valorização salarial e profissional.

Nova ronda de negociações não produziu resultados, com o ministério da Saúde a apresentar uma proposta “aberrante” que mantém os médicos entre os mais mal pagos da Europa e que “não é capaz de salvar o SNS”. Estruturas sindicais prometem continuar e aprofundar formas de luta.

Por isso, os trabalhadores vão fazer greve dia 15 de agosto. Para além desta questão querem ainda defender o “reforço do serviço público meteorológico”, que se crie uma carreira especial e se regulamente o trabalho por turnos e o regime de prevenção e a sua compensação.

Foram comunicados à Direção-Geral da Administração e do Emprego Público um total de 575 pré-avisos de greve, face aos 148 registados no período homólogo, o que representa um aumento de 288,5%. Nos setores privado e empresarial do Estado o aumento foi de 46,2%, para 924.