Agência da ONU para o Ambiente aponta que estamos a caminhar para um aumento de temperatura de 2,9°C até 2100, muito acima dos objetivos do Acordo de Paris. António Guterres defende que temos de arrancar “a raiz envenenada da crise climática: os combustíveis fósseis”.
A associação ambientalista denuncia uma dotação orçamental para a área “inferior a 3% da despesa”, valor que não representa “uma melhoria adequada” face ao ano passado. Criticam-se ainda muitos atrasos em medidas previstas nesta Lei de Bases.
Um relatório da ONG Finance Watch alerta que os modelos usados pelos economistas para avaliar o impacto das alterações climáticas no crescimento económico estão "desligados" da ciência e perpetuam a inação dos decisores políticos.
Mariana Mortágua visitou este sábado a Praia Formosa, local onde o grupo Pestana e o Grupo AFA pretendem construir dois complexos imobiliários com 600 apartamentos de luxo. Bloco vai tomar iniciativa no Parlamento Regional para tentar travar este atentado.
Um estudo publicado na revista Bioscience sobre os fenómenos meteorológicos extremos examinou os 35 "sinais vitais" do planeta, concluindo que 20 atingiram este ano níveis recorde.
Um relatório da Unicef estima ainda que, nos próximos 30 anos, mais 96 milhões de crianças vão ser obrigadas a deixar os sítios onde habitam por causa de catástrofes ambientais. As cheias e as tempestades são as que mais causam estas deslocações.
Protesto do Climáximo interrompeu a circulação durante alguns minutos e prosseguiu com dois ativistas pendurados no viaduto da Galp com uma faixa onde se lia: "Os governos e as empresas declararam guerra à sociedade e ao planeta".
Lançado esta segunda-feira, o relatório “Empoderar o futuro” pretende abrir caminho para coordenar uma transição justa e assegurar o acesso universal à energia renovável.
Incêndios, cheias e inundações pesam cada vez mais nas contas dos municípios nacionais, que têm de reparar património, estradas, condutas e outras infraestruturas. Só as cheias de dezembro passado custaram 97 milhões.
Com tinta vermelha, uma faixa e uma invasão de palco, ativistas do Climáximo protestaram dentro e fora do recinto do World Aviation Festival, um evento a decorrer em Lisboa e que junta executivos da indústria aeroportuária e da aviação.
O padrão de antigas margens desérticas que recebem mais chuva durante os períodos quentes, apesar do padrão "cada vez mais seco" dos modelos climáticos globais, não é exclusivo do Norte de África. Por Mike Rogerson, Belkasem Alkaryani e Mahjoor Lone.
O primeiro-ministro Rishi Sunak anunciou o recuo do governo conservador no compromisso climático do país, com o adiamento de algumas medidas emblemáticas. Em sentido contrário, António Guterres pediu em Nova Iorque mais apoio à sua "Agenda de Aceleração" para cumprir os objetivos climáticos.
Relatório "Unidos na Ciência" conclui que apenas 15% dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pelas Nações Unidas estão a caminho de serem cumpridos.
O líder do governo que controla o leste da Líbia fala em mais de dois mil mortos apenas na cidade de Derna após a passagem da tempestade Daniel, que já tinha deixado um rasto de morte e destruição na Grécia.
As temperaturas médias de junho, julho e agosto, bateram os recordes desde que há registos, anunciou o Programa de Observação da Terra da União Europeia, Copernicus. E o mesmo deve acontecer ao conjunto do ano.
Quantas pessoas estão a morrer devido às mudanças climáticas? Como é que as alterações climáticas causam mortes e quais são algumas das omissões, enganos e confusões sobre combustíveis fósseis, mudanças climáticas e mortalidade? Por Judith Deutsch.
Vereador da Transição Ecológica da capital francesa afirma que Paris não tem outra alternativa senão transformar-se para baixar as suas temperaturas, convertendo-se numa cidade mais habitável inclusive nos momentos de ondas de calor.
A forte presença da McKinsey na construção da agenda e definição de prioridades da cimeira de Nairobi preocupa 300 organizações não governamentais locais. Denunciam o papel atribuído ao mercado de carbono e a secundarização do fim dos combustíveis fósseis.
Nas montanhas andinas a onda de calor faz o gelo de que as populações dependem na primavera derreter em muitos locais. A seca é outra das preocupações que se faz sentir.
O país anfitrião da próxima COP pagará pelo direito a continuar a poluir explorando os combustíveis fósseis num negócio milionário. As comunidades locais temem pelo seu futuro.