Para além destas questões, o CESP acusa ainda a empresa de há um ano não corrigir o desconto incorreto de faltas, de continuar a não pagar o subsídio de domingo quando coincide com ferido e de não emendar a situação dos trabalhadores especializados a receber menos que colegas de categorias inferiores.
Os trabalhadores da PSA Sines e da LaborSines que trabalham no terminal XXI vão iniciar uma greve às duas últimas horas de cada turno. Estão contra “uma carga horária gigante” e pretendem a reposição do direito ao dia de aniversário.
Dois multimilionários são donos de uma equipa de ciclismo que faz explicitamente de “embaixadora” do Estado sionista. O movimento Boicote, Desinvestimento, Sanções denuncia “sportswashing” e o MPPM diz que são “convidados indesejados na grande festa popular que é a Volta a Portugal em Bicicleta”.
A Controlfactor Belém surpreendeu-os apresentando insolvência e não lhes passou os papéis para o subsídio de desemprego. Desde segunda-feira que estão à porta da fábrica para que o património da empresa não desapareça e possa servir para pagar o que lhes é devido.
Aumentos salariais, atualização do subsídio de refeição, de turno e de horas noturnas, negociação coletiva, mais férias e redução do horário de trabalho são algumas das razões para o protesto.
Os despejos aumentaram já 14% este ano. Os representantes dos inquilinos sublinham que estes números dão conta de uma parte ínfima do fenómeno já que há milhares de contratos de arrendamento não declarados.
O movimento Azores for Gaza marcou presença no dia aberto da base para protestar contra o país que é o “maior investidor” no genocídio e que usou estas instalações recentemente para participar no ataque ilegal ao Irão. Para eles, “nenhuma aliança pode justificar a submissão nem a cumplicidade com a violência”.
A coordenadora de um novo estudo sobre a discriminação de que sofrem os ciganos considera que o fenómeno está a aumentar e critica a “inação” do governo. Há “receio” dos resultados das próximas autárquicas, denuncia.
Sindicatos, bolseiros de investigação, associações de estudantes e diretores escolares sublinham que não foram ouvidos antes do governo avançar com uma proposta no verão sem estudos de impacto ou transparência. Desresponsabilização do Estado central e confusão da ciência com interesses do mercado são só alguns dos problemas apontados.
Embalados por uma proposta do governo de direita que viram com bons olhos, vêm agora propor facilitar mais os despedimentos ou aumentar horários de trabalho.
Centenas de pessoas juntaram-se em Lisboa para exigir soluções urgentes para a crise da habitação. Vida Justa entregou ao Governo uma carta com milhares de assinaturas e o apelo: parar os despejos, garantir uma vida digna.
Esta terça houve uma primeira paralisação mas está já marcada greve para os próximos dias 8 e 9. O sindicato lembra que “apesar dos anúncios de pujança económica e investimentos na modernização os trabalhadores estão há dois meses sem receber salário”.
SIMA apresentou queixas-crime contra a Menzies e a TAP por violação da lei da greve e práticas laborais ilegais. As denúncias incluem substituição de grevistas, salários abaixo do mínimo e riscos para a segurança operacional.
Mais de mil pessoas protestaram no Porto contra a detenção de imigrantes sem crimes. A manifestação exigiu direitos iguais e o fim da perseguição aos imigrantes.