Meio despercebida entre todo o ruído acerca do FMI, do FEEF e das birras do eixo franco-alemão acerca da governação económica na UE, há, desde Janeiro, uma autoridade de supervisão do sistema financeiro europeu...
“Não é o desejável, mas é o possível” não é só um convite à paralisação e ao esvaziamento da esquerda, é mesmo uma das formas mais agressivas de reduzir o possível ao que existe e de impor o que existe como a única alternativa.
Os norte-americanos têm frio, fome e estão desempregados. Ao aumentar a despesa militar, que já é superior à soma de todos os orçamentos militares do mundo, simplesmente, estamos a levar esse sofrimento ao exterior.
Não é sobre o conteúdo da directiva-quadro sobre medicamentos que me proponho escrever, mas sobre o modo como estas leis de aplicação obrigatória em toda a União se fazem por estes lados.
Qualquer defensismo na censura a um dos piores governos da história democrática recente, em nome de um seguro sem apólice contra o mal menor, é alienar a voz dos que representamos e diminuir as suas condições de resistência.
O Governo e a direita, atacam os trabalhadores usando a bomba atómica. Será que a esquerda, no Parlamento e fora dele, não tem o direito de lhe responder na mesma moeda?