A recente aprovação da estratégia municipal da intervenção sobre a prostituição pela Câmara Municipal de Lisboa corresponde a manter a velha lógica de pensamento abolicionista.
É impossível não notar. Pegado à ponte da Arrábida – um monumento nacional que se tornou símbolo do Porto – há um estaleiro instalado e um monstro a nascer.
A partir do próximo ano letivo a propina máxima na universidade passará de 1068€ para 856€. É a primeira vez na história da propina, iniciada em 1992, que o seu valor é reduzido.
Esperemos que seja mesmo em 2019 que o investimento público nos Açores da responsabilidade do Governo da República há muito prometido, inscrito e adiado seja concretizado.
O que aqui se visa é chamar a atenção para um domínio social que, para além de do SNS ser suporte, também muito solicita a sua missão, organização, profissionais de saúde e meios.
Porventura (...) por simples desejo gaullista, Macron assume a pose de um monarca, e daí esta reverência pela autoridade das figuras militares do passado, sejam quem forem.
Na luta pelos direitos dos seniores e reformados, o caminho será o mesmo, a intensidade outra. O tempo, que marca as nossas vidas, não conta da mesma forma para todos.
É preciso repensar a organização da prestação de cuidados de saúde que, na diabetes e em outras doenças crónicas, requer um acompanhamento multidisciplinar e de proximidade.
Macron vem agora dizer que só com um exército europeu se “protegerá verdadeiramente os europeus das ameaças da China, da Rússia e até mesmo dos Estados Unidos”.