O muito que há por fazer passa pelo nosso voto nas eleições europeias, onde podemos decidir entre partidos e grupos europeus que defendem a austeridade ou que a recusam.
Pode criticar-se tudo a Berardo, que se expôs como o pato feio da fábula, mas o que não se pode ignorar é o retrato dessa elite que, entre negócios e oportunidades, foi amassando fortunas do século XIX até hoje.
O Presidente da República vetou uma lei que, num acto da mais elementar justiça, devolve a instituição mais representativa da Região Demarcada do Douro à lavoura duriense.
A verdade é que temos de ter respostas científicas. Se não houver alternativas ao lítio, quem é que abdicará do seu telemóvel ou do seu computador (com baterias a iões de lítio)?... Quem é o primeiro a partir o telemóvel, como na letra do Conan?...
Se há algo que resulta claro do processo de inquirição a Joe Berardo, é que a avaliação e resultados finais das comissões de inquérito dependem muito mais da desfaçatez dos inquiridos do que das competências de qualquer uma das comissões.
O pior é que, aparentemente, no país de Berardo é possível acumular uma fortuna em fundações que não pagam um cêntimo de impostos sobre os lucros mas recusar pagar o que deve.
A primeira sondagem depois da grandiosa crise política, revelou que o PS só subiu uns pequenitos 0,8% em relação ao mês anterior, mantendo-se sempre abaixo dos valores de 2018.
As “contas certas” do Governo são como interruptores, ora para cima ora para baixo. Esse menu de contas variáveis justificou uma demissão espampanante.