Esta semana comemoraram-se os 75 anos do Dia D. Mais de 10 mil homens das tropas aliadas britânicas desembarcaram na Normandia, naquele que ficou conhecido como o momento de viragem na segunda guerra mundial.
Ao fim de três anos de trabalho em comissão especializada, o parlamento aprovou três leis sobre o reforço da transparência no exercício de cargos políticos e altos cargos públicos.
Marcelo Rebelo de Sousa veste hoje a pose de um agregador antinaufrágio nem que, para isso, tenha de esconder da Direita todos os seus barcos salva-vidas.
Esses centristas de muitas cores que reconhecem Macron como líder não entendem que quem deixou o povo e o planeta nas mãos dos extremistas foram os mercados que eles próprios protegeram e deixaram à solta.
Urge responder “aos pedidos dos movimentos trans por uma despatologização do acesso aos cuidados de saúde” e garantir que o direito à autodeterminação de género seja acompanhado pelo direito à afirmação de género.
Num exercício de síntese permitam-me recuperar alguns acontecimentos que - sem que disso tivesse dado nota pública -, marcaram ‘The End’ da minha actividade partidária e parlamentar.
O deslumbramento de alguns dos dirigentes socialistas e opositores dos acordos com a esquerda, que agora namoram a ideia de uma aliança PS-PAN, diz muito da forma descuidada e impante como se tratam as respostas que um partido deve ao país.
O debate sobre a Natureza e os animais e, em geral, sobre o Ambiente (e, neste, sobre o crítico problema das alterações climáticas) está, e bem, na ordem do dia. É premente e até urgente que continue a estar.
Com a criação de um estatuto, as cuidadoras e os cuidadores informais ganham assim a sua primeira batalha pelo reconhecimento de uma vida dedicada ao cuidado de terceiros.
Os números do emprego escondem uma realidade, a uberização do trabalho, com a consequente degradação tanto das condições contratuais quanto dos salários.