O último Conselho Europeu teve bastantes particularidades. Além de se ter arrastado por mais dias do que estava inicialmente previsto, os resultados são desastrosos.
No que toca ao meio-ambiente, vivemos em Loures numa espécie de faroeste, onde impera a lei do mais forte, e ao elo mais fraco – as populações – cabe baixar a cabeça sem tugir nem mugir.
Não é de estranhar que a economia de mercado se esteja a transformar cada vez mais numa sociedade e natureza de mercado. Como salienta o slogan usado em manifestações por todo o mundo “mudar o sistema, não o clima.”
O PS quer ocupar o espaço do PSD por achar que é a derradeira porta por onde pode entrar a maioria absoluta. Assim, a ordem é direita volver na legislação.
Intervenção proferida, em nome do Bloco de Esquerda, no dia 1 de julho de 2019, na sessão solene do Dia da Região Autónoma da Madeira e das Comunidades Madeirenses, que decorreu no concelho de Machico.
Por diversas vezes os números do déficit têm sido inferiores aos próprios objetivos do Governo. Quem paga esses “brilharetes” de Centeno são os serviços públicos, são as pessoas.
Nas últimas semanas, têm sido votadas, artigo a artigo, a proposta do Governo e as dos partidos à esquerda para a lei do trabalho. O resultado final deste processo legislativo arrisca-se a ser duplamente decepcionante.
O mandato está a acabar mas a vida segue na Tunísia e parece-me evidente que para as lideranças europeias tanto faz que seja real ou que seja só apenas mais uma vila Potemkin.
O PS dirá agora, como Carlos César insinuou, que a proximidade à esquerda dá “mau aspeto” junto da alta finança e prejudica a credibilidade externa do país. Mas sabe que recuperar salários e pensões foi o que pôs a economia a funcionar com mínimos de dignidade social.
Não é estranho que os mesmos digam uma coisa e o seu contrário? Apetece pedir-lhes que se organizem por favor, ofereçam-nos ou a cenoura ou o chicote, mas um e outro em simultâneo fica confuso.