Acabar com a pobreza e com as desigualdades sociais é a primeira condição para uma alimentação sustentável num quadro de respeito por um direito humano fundamental, que é o Direito Humano à Alimentação Adequada.
Há uma sabedoria ancestral que diz que, se quer conhecer o vilão, basta pôr-lhe um bastão na mão. O banco Santander pensa que pode ameaçar com o seu bastão e que ninguém repara.
O acordo sobre a Lei de Bases da Saúde é o final de um processo que durou ano e meio mas que valeu certamente a pena. A persistência do Bloco foi fundamental para espoletar a discussão e não permitir cedências aos interesses económicos que drenam os recursos do SNS.
No que respeita a Portugal, este relatório da OIT demonstra uma situação especialmente negativa. Em 2004, a porção de riqueza produzida que cabia aos trabalhadores portugueses era de 65,8%. Em 2017, foi de 54,5%.
O Parlamento aprovou recentemente o pedido de declaração de emergência climática. Não foi um ato simbólico porque a ameaça é real. Há hoje mais refugiados climáticos que de guerra.
Ainda não foi com este governo que a participação das pessoas com deficiência e suas famílias passou a ser regra, tal como é exigido na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
O Bloco defendeu sempre que a prioridade da expansão do metro deveria ser para zona ocidental da cidade, levando a linha amarela do Rato até às freguesias da zona ocidental, onde vivem cerca de 150 mil lisboetas.
O capitalismo puro não quer só privatizar os bens públicos, quer dirigir os sonhos individuais. Zuckerberg é o que está mais próximo da distopia de criar um mercado total.
Podem vir dizer, em período pré-eleitoral, que a nossa economia cresce há 68, 69 ou 70 meses. E até pode ser verdade. O problema é que estes números não batem certo com a realidade diária das pessoas.