Opinião

Maria Luísa Cabral

Os noticiários tornaram-se um pesadelo. Não é possível ignorá-los mas ouvi-los acelera terríveis pensamentos, convoca-nos a todos para outra dimensão.

José Soeiro

Para além das experiências de outros países e do debate económico e jurídico, há uma urgência social. Portugal está já a viver uma vaga de dezenas de milhares de despedimentos e de cessações de contratos precários (como se pode ver neste site), que estão a causar um imenso desespero.

Pedro Faria

Não basta dizer que estes trabalhadores e trabalhadoras de lares são heróis ou heroínas, é necessário valorizar e enquadrar o trabalho que fazem, pagar o valor justo pelo trabalho sobre-humano que estão a realizar.

Miguel Guedes

É liberal mas, meses depois de uma bela campanha de outdoors, o Estado assumiu-se na sua natureza indispensável e o Mundo encarregou-se de desabar sobre o fim das ideologias.

José Manuel Pureza

Para os advogados como para toda a gente, é nas decisões que tomarmos nestes dias de nuvem que se desenha o futuro depois dela perder espessura.

Helena Pinto

Continuamos a viver tempos desconhecidos. A incerteza é nossa companheira e desperta a nossa angústia. Ligamos a televisão e vamos encolhendo no sofá. As notícias não são animadoras e vêm dos quatro cantos do Mundo.

Luís Monteiro

Com a pandemia do covid-19, os Liberais acordaram Intervencionistas. Em 2008 foi igual e o fim desse episódio não foi muito bom. O debate está lançado: o Estado tem de intervir? Sim. Mas onde e como?

Pedro Filipe Soares

A coragem que tivermos agora é o sofrimento a que seremos poupados no futuro, evitando o congelamento da economia ou o medo social.

Joana Mortágua

A UNESCO estima que 82,5% dos estudantes do mundo estejam sem aulas, o que representa desafios inimagináveis para os países. A médio prazo, o agravamento das desigualdades sociais; a curto prazo, a dúvida sobre a conclusão do ano letivo.

Moisés Ferreira

Não se pode perdoar a negligência (e deve ser investigada a atuação da administração do SAMS que poderá ter levado à infeção de várias pessoas) e não se pode admitir que os privados se retirem do terreno.

Sandra Cunha

A preocupação, a desconfiança e o medo são agora a norma. Mas também o são a solidariedade, a entrega, a entreajuda, a coragem e o sentido de união. De repente, sentimentos e comportamentos tantas vezes tão antagónicos coexistem como duas faces da mesma moeda.

Vivemos tempos excecionais, que exigem de todos nós um esforço sem paralelo. De forma a evitar o pior cenário relacionado com a pandemia COVID-19, é necessário agir de forma unida e solidária.