Opinião

Moisés Ferreira

No Estado Espanhol, aqui ao lado, foi decretado, há 2 dias, que as instalações e recursos do setor privado passam a estar à disposição das instituições públicas. Portugal tem de fazer o mesmo e não ir pelo caminho do Reino Unido.

O que podemos fazer para controlar e diminuir o impacto desta nova doença? Parece simplista, mas algumas medidas fáceis e baratas de implementar podem fazer a diferença. Comecemos pelo mais básico: higiene das mãos!

Manuel Grilo

Vivemos uma situação inédita na nossa democracia. Precisamos da maior resposta social de sempre da cidade de Lisboa. Para grandes males, grandes respostas sociais.

Francisco Louçã

Quando há uma urgência, como a que se vive hoje, é o Estado que protege a população. Os privados têm uma solução para estes casos: aumentar o preço.

José Soeiro

O momento que vivemos é de emergência. As consequências da crise epidemiológica far-se-ão sentir na economia de forma pesada. Mas o modo como isso vai acontecer depende do que fizermos e de como nos organizarmos para o futuro.

João Camargo

A luta pela justiça climática não pode parar porque os efeitos da crise climática não param. Esta luta terá de intensificar-se, porque a chantagem dos próximos tempos será monumental.

José Manuel Pureza

Este é o tempo de toda a determinação e de todo o rigor. Diante do alastrar exponencial do vírus, não faz sentido discutir a emergência e a necessidade de se tomarem decisões de exceção.

Pedro Filipe Soares

Não confundamos o léxico, nem misturemos medidas pontuais com soluções estruturais. A saída desta crise está numa palavra que a extrema-direita detesta: solidariedade.

Miguel Guedes

Fica então para segunda-feira porque fechar as escolas a uma sexta-feira-13 pode dar azar. As escolas ainda não fecharam mas a Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares anunciou o encerramento do atendimento presencial.

Nelson Peralta

Na Europa, e especialmente em Portugal, a crise climática em resultado da atividade humana tem um consenso político alargado. Há, no entanto, outros tipos de discurso que têm oferecido soluções pífias ou simples inação. Qual é então a clivagem no debate?

José Gusmão e Vicente Ferreira

Não há nenhuma razão incontornável para que a crise de saúde pública se transforme numa crise económica. Nenhuma, a não ser a obstinação da ortodoxia económica.

Joana Mortágua

A nova direita gosta de se chamar liberal, mas acaba por cair nos termos e nos debates dos “populistas”, como se tivessem mel.