Há quem não goste que se fale em negócio, mas de que se trata, afinal, quando a União Europeia determina que o problema da crise dos refugiados é apenas uma questão de pagar o preço certo à Turquia?
Estas mulheres que morrem, estas mulheres a quem é retirado o seu futuro, são vítimas de um dos maiores flagelos da nossa sociedade, do crime que mais mata em Portugal: a violência doméstica.
O caso revela a estratégia de Ventura: como os seus mestres, ele quer viver num universo de provocações em que a verdade ou palavra dada são irrelevantes.
Há uma maioria social para aprofundar a lei sobre maus tratos dos animais basta saber se ela tem espelho na Assembleia da República e se estamos à altura de responder ao que se nos exige.
Não fora o coronavírus a chamar a atenção para assuntos bem mais sérios, este teatro iria prolongar-se com uma candidatura que nem sai nem fica, ou em que só o próprio parece não querer aceitar que acabou.
Há anos que os maiores clubes, com os seus barões e empresários, formam um dos maiores focos de corrupção e crime económico em Portugal. Está mais que na hora de esse poder sair da impunidade.
Santarém e as pessoas que aqui vivem não precisam de nenhum hospital privado. O que precisam é da melhoria, do alargamento dos serviços e das qualidades do público. Façamos todos e alguma coisa por isso!
Estou do lado dos e das que entendem que, com menos nervosismo, a nova extrema-direita pode continuar a ser residual, mas à esquerda é bom que se perceba o que é velho e o que é novo e o que é “combate” e “guerra” nesta agenda ideológica.
Os estivadores do porto de Lisboa receberam de salário, desde o início deste ano, 390 euros. Há um ano e meio, na verdade, que andam a pagar-lhes assim, com atrasos, às pingas, para os moer.