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Sandra Cunha

Deputada e dirigente do Bloco de Esquerda. Professora universitária. Socióloga.

Artigos do Autor(a)

3 de Abril, 2021 - 21:32h

Na península de Setúbal, os atentados ambientais somam-se e nunca ninguém é responsável, as consequências nunca são graves, os negócios privados avançam sempre quais bulldozers arrasando a voz das populações, das associações ambientalistas.

18 de Março, 2021 - 12:57h

Tudo começou em 1824 quando as operárias de Rhode Island abandonaram os seus postos de trabalho em protesto contra os cortes salariais.

20 de Fevereiro, 2021 - 21:31h

Todos sabem que o Primeiro-Ministro é uma coisa e o Ministério das Finanças é outra. Na realidade, quem manda nisto tudo é o ministro das Finanças. Não este que está agora na cadeira das Finanças, mas o outro, aquele que foi para Governador do Banco de Portugal.

5 de Fevereiro, 2021 - 17:04h

Fica claro que a pandemia e a crise que arrastou consigo agravaram os contextos e fatores promotores da violência doméstica, como agravam qualquer desigualdade estrutural da sociedade.

30 de Janeiro, 2021 - 09:39h

Porque a situação que vivemos é de uma gravidade sem precedentes, importa repetir este tema e questionar até à exaustão.

13 de Dezembro, 2020 - 17:00h

É fácil esquecer grupos específicos da população quando se elaboram políticas públicas e formulam medidas de combate a uma crise pandémica global. Um dos grupos frequentemente esquecido é o das crianças.

22 de Outubro, 2020 - 10:56h

O relatório sobre o progresso da igualdade entre mulheres e homens no trabalho e na formação profissional parece não servir de nada quando se trata de elaborar o Orçamento de Estado que tem o poder de combater essas mesmas desigualdades.

1 de Outubro, 2020 - 21:37h

Colocar no mesmo saco cortes de cabelo, roupa desportiva e suásticas é tratar da mesma forma aquilo que é incomparável. É não perceber que umas dizem respeito à imagem do próprio e outras dizem respeito a terceiros.

16 de Setembro, 2020 - 22:58h

Ninguém abandona a sua casa e se aventura numa travessia que lhe pode custar a vida por capricho. Fazem-no porque não têm alternativa.

1 de Setembro, 2020 - 20:31h

A questão não é a de determinar se Portugal é ou não racista, mas sim a de reconhecer que há racismo em Portugal e a de decidir se queremos um país onde pessoas são quotidianamente discriminadas e excluídas.

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