Há empresários que anunciam que vão entrar na falência, embora tenham previsto milhões de lucro para as suas empresas. O caso mais ridículo será o da conhecida “Padaria Portuguesa” que se apresentou como o alfa e o ômega do “empreendedorismo”...
Mesmo em situação de crise, as pessoas com deficiência e, especialmente, as mais severas necessitam de apoio mais amplo e efetivo. Apelo à urgência de criação de uma estratégia de apoio diferenciado para esta população na sua proteção durante a Pandemia do Covid19.
As Escolas podem - e devem - continuar a fornecer material de estudo e fichas de trabalho. Tal como os pais podem - e devem - continuar a acompanhar os trabalhos dos filhos. Mas faltam recursos, instrumentos e meios que só o Governo tem capacidade para colmatar.
Após esta epidemia talvez seja o momento de se equacionar a existência de um orçamento programático para o SNS que permita decisões de investimento que ultrapassem o simples ano civil, ou seja, uma programação mais longa no tempo.
Pedro Pires da Rosa, deputado municipal do PS em Aveiro, escreve no Público que perante a crise social provocada pela pandemia a solução é a austeridade e desde logo reduzir os salários no público. Um artigo que merece alguma resposta, para não começar a fazer caminho.
É altura de, frente a todo o mundo, as e os ecossocialistas anunciarem uma nova visão do mundo, dos seus objectivos e das suas estratégias para oferecer um futuro à Humanidade, derrotando a miséria histórica, moral e biológica do capitalismo.
Trump e Bolsonaro nada têm feito para combater as raizes das desigualdades nos seus países. Pelo contrário. Perante uma situação de pandemia como a que vivemos resolveram antes celebrar as suas fragilidades.
Para responder a quem dedica a sua vida às artes e se vê agora sem rendimento é preciso intervir no imediato em pelo menos três dimensões, além de se preparar o futuro.
Quando uma única sala de aula se divide em 30 salas de 30 casas diferentes, o contexto socioeconómico dos alunos passa a ser o principal facilitador ou obstáculo das aprendizagens.
Em Portugal, a cultura científica é ainda escassa. Que isso seja uma realidade que precisa de ser combatida, estamos de acordo. Que o próprio Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior sofra de falta de ação pelas mesmas razões, é mau.