É inaceitável voltar à via crucis da destruição das economias do Sul da Europa. Ouvir-se-á a pergunta mais temida: se a UE nos abandonou, serve para alguma coisa?
Dizer que a Covid-19 é democrática, que não discrimina e que atinge todos da mesma forma, é naturalizar as desigualdades existentes. O que se passou no hostel da Rua Morais Soares é a prova de que a pandemia discrimina.
É muito comum pensar-se em Abril como uma obra completa. A realidade no entanto não é tão simples, e espelha-se muito na forma como o ensino funciona no nosso país.
É na quinta-feira que se reúne o Conselho Europeu, onde os governos da União Europeia deverão encontrar uma resposta concertada e eficaz aos impactos económicos e sociais da crise Covid. Infelizmente, os prenúncios não são os melhores.
Assistimos na Telescola a um pedido para as meninas usarem leggings e os meninos calças de fato de treino na aula de Educação Física. A luta pela igualdade de género exige, e bem, que cada pessoa se vista como bem entender e como melhor se sentir.
Assinei a petição que impede uma outra ideia fixada numa outra petição sem pés nem cabeça [a do boicote]. Só tenho a mencionar que é uma polémica desnecessária.
Desde que foi criada, a linha de apoio da diabetes da APDP já atendeu cerca de 750 chamadas e os seus profissionais foram capazes de ajudar pessoas que, sem esta ajuda, poderiam ter desenvolvido complicações mais sérias.
Algumas pessoas pedem que se feche o Parlamento num dia específico, 25 de abril. Fechá-lo apenas no dia da democracia. Como é óbvio, o vírus não ataca mais nesse dia que nos outros.
International Peace Bureau (IPB), a organização não-governamental pacifista mais antiga do mundo, denunciou que as despesas militares são hoje 50% maiores que no fim da “Guerra Fria” e defende que a prioridade deve ser a favor da saúde.