Transportes públicos

Greve convocada pelo aumento dos salários junta motoristas, trabalhadores administrativos e das oficinas e coloca Sociedade de Transportes Coletivos do Porto em serviços mínimos.

Trabalhadores dos transportes fluviais em greve parcial entre 29 de Junho e 2 de Agosto, em luta pela atualização das tabelas salariais em 2024.

Os trabalhadores reivindicam um aumento salarial mínimo de 80 euros e uma subida do subsídio de refeição para 9,60 euros. E prometem retomar a greve a 5 e 25 de junho se as suas reivindicações não formem atendidas.

Autarquia da sétima maior metrópole francesa faz balanço positivo dos primeiros quatro meses da medida. Gratuitidade foi acompanhada de investimento nos transportes e na expansão da rede de ciclovias.

A greve desta quinta-feira conta com uma adesão acima dos 90%, segundo o sindicato. Em plenário, decidiram marcar dois dias de greve por mês até que a administração aceite um aumento salarial mínimo de 80 euros e 9,60 euros de subsídio de refeição.

Em visita à baixa de Algés, Mariana Mortágua alertou para as consequências da especulação imobiliária, que não só penaliza quem não consegue pagar casa como também afeta a capacidade de absorção da terra. Líder do Bloco apresentou ainda propostas para garantir transportes públicos acessíveis e de qualidade.

Os passageiros de Paredes convocaram manifestação contra o serviço prestado pela rede UNIR, queixando-se dos sistemáticos atrasos nos autocarros, impedindo-os de chegarem a tempo ao trabalho, à escola ou ao hospital.

Mariana Mortágua lamentou que o Governo tenha falhado na sua promessa de estender o Metro Sul do Tejo até à Costa da Caparica, e que, em vez de investir em mobilidade coletiva e pública, tenha optado por aumentar o número de faixas na IC20.

Entre julho de 2022 e julho de 2023, as emissões associadas ao consumo de gasóleo e gasolina aumentaram 6,2% em relação ao período pré-pandemia.