LGBTQI+

Com os votos contra do PSD e do Chega, os deputados deram luz verde às iniciativas que proíbem as práticas destinadas à conversão forçada da orientação sexual, identidade ou expressão de género.

Decisão também abrange casais “irregulares”. Documento aprovado pelo papa refere que padres “não devem impedir ou proibir a proximidade da Igreja às pessoas em todas as situações em que possam procurar a ajuda de Deus através de uma simples bênção”.

Ministério da Justiça apresentou uma iniciativa junto do Supremo Tribunal alegando que o movimento LGBT é extremista, incita ao “ódio social e religioso” e desrespeita “os valores tradicionais da família”. O governo russo considera tratar-se de uma influência “degradante” ocidental.

A mostra dedicada à divulgação e promoção de talento emergente LGBTQI+ decorre sexta-feira e no sábado no Teatro Ibérico, com dezoito artistas a apresentar exposições, vídeo instalações, concertos e performances.

A lei que castigava a “sodomia” era uma herança do colonialismo britânico. O Supremo Tribunal do país considerou que tinha sido imposta à força e não representava os valores autóctones.

Os problemas habitacionais que afetam a comunidade LGBTQI+ são o mote de mais um manifesto que convoca a manifestação do próximo dia 30 de setembro pelo direito à habitação.

De 22 a 30 de setembro, a 27ª edição do festival de cinema regressa ao Cinema São Jorge e à Cinemateca Portuguesa e promete trazer "um olhar além-fronteiras".

O Colégio de Psiquiatria da instituição salienta que estas “não têm evidência de eficácia” e “atentam contra a dignidade da pessoa humana e podem ter consequências potencialmente nefastas para as pessoas a quem são infligidas”.

O governo de Meloni tinha exigido que as autoridades locais deixassem de registar casais do mesmo sexo como assumindo a maternidade/paternidade. A seguir, uma procuradora de Pádua passou a requerer a anulação de 33 certidões de nascimento passadas desde 2017.

As fundações da Goldman Sachs e do Bank of America deram mais de 600.000 dólares a grupos ultra-conservadores. Também a Shell Oil Company Foundation, a Motorola Solutions Foundation, fundações da Câmara de Comércio dos EUA e dos grupos de lóbi da indústria farmacêutica o fizeram. Por Lou Ferreira e Khatondi Soita Wepukhulu.

Joana Mortágua disse, este sábado de manhã, no Funchal, que “o regresso do Bloco de Esquerda à Assembleia Legislativa Regional é uma necessidade para a Madeira” e uma garantia de defesa de causas progressistas, como a dos direitos da comunidade LGBT.

Mariana Mortágua participou este sábado na Marcha do Orgulho LGBTI+ do Porto. Enfrentando a decisão autoritária do autarca Rui Moreira, que "quis boicotar" este dia de luta e celebração, milhares de pessoas marcharam pelas ruas do Porto.

Depois de tentar invisibilizar o evento, procurando, sem sucesso, empurrá-lo para fora do centro da cidade, o autarca do Porto vem agora ameaçar que, se a organização mantiver os planos de fazer o Arraial na Alameda das Fontaínhas, não contará com qualquer apoio do município.

Objetivo é ampliar vozes dos 21 coletivos e associações que compõem a Comissão Organizadora da Marcha do Orgulho LGBTI+ do Porto para todas as pessoas que acreditam que esta luta não deve ser invisibilizada e que o Arraial se deve realizar no centro da cidade.

Tentativa da extrema-direita de censurar livros em escolas suecas leva líder Liberal a demarcar-se do partido que quer, na esteira dos ataques nos EUA, censurar a oferta das bibliotecas e a leitura por pequenos estudantes. Por Paula Sequeiros.

Um relatório analisou 169 milhões de mensagens geradas por 36 milhões de perfis nas redes sociais nos últimos quatro anos em 12 países. E conclui que o discurso de ódio está a ganhar terreno às mensagens de apoio à comunidade.

Milhares de pessoas estiveram nas ruas de Lisboa neste sábado para a 24ª Marcha do Orgulho LGBT+. Por isso, Mariana Mortágua constatou que “temos um país que se alegra por uma vida sem medo” apesar do “muito que ainda falta conquistar”. E a organização sublinhou duas dessas coisas: o direito ao emprego e à habitação.

Declaração surge pela primeira vez nos 40 anos de história da Human Rights Campaign e deve-se ao aumento dos ataques legislativos que se traduziram em 75 leis anti-LGBTQ+ aprovadas este ano.

Vários coletivos insurgem-se contra a "Pride Party" que o apartheid israelita promove esta quarta-feira no bar Finalmente. Comunidade palestiniana convoca protesto e diz que "o amor vencerá contra o preconceito, o racismo e a violência".

A Braga Fora do Armário organizou a "XI Marcha LGBTQIAP+ de Braga" e comunicou a iniciativa à Câmara local. A polícia não a escoltou alegando não ter sido informada. Os ativistas não ocuparam as estradas mas marcharam na mesma. O Bloco quer explicações da autarquia.