Greve

Trabalhadores da EGEAC reivindicam melhores salários e mais contratação a partir do castelo como ponto simbólico do turismo em Lisboa. Ricardo Moreira diz que trabalhadores "são recompensados com maus salários e más condições de trabalho" por Moedas.

Maquinistas marcam freve para dia 6 de janeiro. Para além das reivindicações laborais, trabalhadores querem alertar para a correlação falsa feita pelo ministro da Presidência entre acidentes e alcoolização, e defender a "dignidade e honra dos maquinistas".

Técnicos entram esta quarta-feira em greve às horas extraordinárias contra desvalorização dos salários e carreiras. Mariana Mortágua crítica congelamento de contratação de funcionários públicos e diz que "o problema é evidente para qualquer pessoa que o queira ver".

Greve começou na segunda-feira e acaba na quinta-feira, adesão é superior a 80%. Quase mil pessoas estiveram na concentração em Lisboa para fazer a ministra ouvir as suas reivindicações.

Em 2008, a empresa cortou com o esquema de reformas existente. Os trabalhadores pretendem que seja restabelecido e decidiram prosseguir a greve que já há cinco semanas paralisa duas fábricas centrais do fabricante de aviões.

Uma greve e uma manifestação concorridas marcaram o dia de luta dos funcionários, afetando o funcionamento de escolas, da saúde e de vários outros serviços públicos.

Farmacêuticos cumprem hoje o último dia de greve. Mariana Mortágua defende que profissionais são indispensáveis para o Serviço Nacional de Saúde e defende "reivindicação justa" na valorização salarial e revisão das carreiras.

A paralisação tem início esta quinta-feira e será parcial, à exceção do dia 31 de outubro em que durará 24 horas. Sindicato acusa administração da CP de incumprimento do acordo assinado no ano passado.

Trabalhadores de atendimento do Centro Nacional de Pensões e do Centro Distrital de Lisboa do Instituto de Segurança Social fizeram greve esta seta-feira. Sindicato reivindica a contratação de mais profissionais, valorização das carreiras e investimento nas instalações.

Trabalhadores das cantinas públicas manifestaram-se em frente ao Congresso da AHRESP contra a perda de direitos. Bloco avisa que "a precariedade é outro dos grande problemas" destes profissionais.

Os trabalhadores de cantinas, refeitórios, fábricas de refeição, restauração das áreas de serviço das autoestradas e bares concessionados fazem uma greve no mesmo dia em que se realiza o congresso da principal confederação patronal do setor.

Trabalhadores em greve reivindicam valorização salarial com aumentos acima dos do salário mínimo. Dia de luta funciona da articulação de duas greves parciais diferentes.

Prometiam uma greve longa como a de 1977. Mas, ao fim de três dias, a associação patronal acabou por aceitar um aumento salarial de 62% em seis anos, com um aumento dos salários médios dos anteriores 39 dólares por hora para 63.

Greve está marcada para dia 7 de outubro e durará todo o dia. Trabalhadores querem aumentos salariais e revisão das carreiras profissionais. 

Na próxima segunda-feira à meia-noite, o contrato coletivo dos trabalhadores dos portos da costa leste do país termina e as negociações estão completamente bloqueadas. Espera-se que então comece uma greve que afeta os portos por onde chega metade das importações dos EUA.

Assistentes operacionais, técnicos superiores e assistentes técnicos têm greve marcada e várias escolas podem encerrar. Presidente do sindicato fala em luta contra a desvalorização.

Concentração dos médicos juntou centenas de pessoas, entre profissionais de saúde e utentes. Dirigentes da Federação Nacional dos Médicos falam em plano da ministra para "acabar com o SNS".

Há mais de uma semana que os trabalhadores mantêm uma greve por causa dos baixos salários. Esta segunda, pretendiam entregar as reivindicações às autoridades locais. À última da hora, a polícia disse que não autorizava a marcha e prendeu 104 grevistas.

33 mil trabalhadores sindicalizados decidiram por 96% dos votos entrar em greve depois de uma proposta da administração que não compensava anos de estagnação salarial. O grande fabricante de aeronaves pode ter pela frente uma paralisação longa depois da greve de 52 dias em 2008.

Federação Nacional dos Médicos acusa ministra de "empurrar" os profissionais de saúde para a greve e de agravar "o caos instalado no Serviço Nacional de Saúde".