Greve

Greve parcial por tempo indeterminado arranca esta segunda-feira. Associação Sindical Portuguesa de Enfermeiros fala em "encenação de negociações" por parte da ministra Ana Paula Martins e de obstrução de diálogo.

Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais denuncia falta de abertura da Agência para a Integração, Migrações e Asilo para negociar. Greve às horas extraordinárias começa esta quinta-feira e trabalhadores reivindicam mais pessoal para lidar com a carga de trabalho.

Easyjet terá violado o Código do Trabalho durante greve de tripulantes em 2023, conclui ACT. Em causa está a deslocação de trabalhadores entre Lisboa, Faro e Porto para colmatar os impactos da greve convocada pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil.

O pessoal de cabine da empresa luta por mais contratações e o fim do excesso de horas de trabalho. Mais de 200 voos foram cancelados ainda antes do início da paralisação.

A próxima sexta-feira será de greve nos serviços hospitalares com os trabalhadores a lutar pela negociação de um acordo de empresa que não os faça perder direitos.

Com o cobre em alta, os trabalhadores lutam por melhores rendimentos. Em 2017, pararam durante 44 dias fazendo os preços desta matéria-prima subir nível. Perante o impasse negocial preparam agora nova greve de longa duração.

O STRUN acusa a administração da empresa de levantamento de processos disciplinares sem fundamento, de uma política de baixos salários e de estar a divulgar serviços mínimos que não cumprem o estabelecido.

Falta pessoal na empresa e há uma pressão para os trabalhadores cumprirem cada vez mais horas de trabalho.

Os patrões querem aplicar o banco de horas, alargar limites da jornada de trabalho, impor mais tarefas para continuar a pagar o salário mínimo, tornar mais barata a indemnização por despedimento ilícito e aumento o período de experiência para seis meses.

Enfermeiros lutam contra a discriminação na carreira de enfermagem e por aumentos salariais significativos. Sindicato dos Enfermeiros Portugueses anunciou que a greve está com uma adesão de 80% e que há mais de uma dezena de novas ações de luta planeadas para Agosto.

Manifestação de trabalhadores corticeiros juntou centenas por aumentos salariais contra o aumento do custo de vida. O Sindicato dos Operários Corticeiros do Norte fala em obstáculos colocados pelo Grupo Amorim enquanto os trabalhadores negoceiam o contrato coletivo de trabalho com os patrões.

Os lucros do setor são milionários mas os salários mínimos. Os trabalhadores sofrem “todo o tipo de dificuldades, pressões, insultos” num ambiente de “pressão constante, ameaça de despedimento, horários completamente desregulados e prejudiciais à saúde” denuncia o sindicato.

Os trabalhadores “empobrecem a trabalhar e enfrentam duras condições de trabalho com elevadas temperaturas e esforço físico que têm impacto negativo na sua saúde”. A resposta do patronato é “indiferença” e “intransigência” diz o sindicato. Razões para uma greve que começa na noite desta terça-feira.

O operador de circuitos turísticos com presença de norte a sul do país e ilhas enfrenta uma paralisação por subida salarial de cem euros, atualização do subsídio de refeição e redução do horário de trabalho.

Os trabalhadores vão ter melhorias salariais e de carreira. A frente sindical que convocou a paralisação diz que “é o acordo possível neste momento e cria melhores condições para retomar as matérias importantes para os trabalhadores, entre as quais as tabelas salariais no sentido de as valorizar e dignificar as profissões na CP”.

Médicos fazem greve de dois dias para reivindicar melhores condições profissionais, criticando a postura autoritária da Ministra da Saúde. Utentes juntam-se à classe médica para lutar contra a privatização do Serviço Nacional de Saúde.

Greve convocada pelo aumento dos salários junta motoristas, trabalhadores administrativos e das oficinas e coloca Sociedade de Transportes Coletivos do Porto em serviços mínimos.

Mais de uma dezena de sindicatos convocaram a paralisação e falam num primeiro balanço “muito positivo” com comboios suprimidos e bilheteiras encerradas. Em causa está o aumento de polivalência de funções e a não valorização da grelha salarial.

Trabalhadores dos transportes fluviais em greve parcial entre 29 de Junho e 2 de Agosto, em luta pela atualização das tabelas salariais em 2024.

A greve dos técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica da Unidade Local de Saúde Amadora-Sintra, convocada para os dias 16 e 17 de Julho, registava uma adesão entre os 90 a 95% pelas 9:30 desta terça-feira. Os trabalhadores em greve têm como principal reivindicação a revisão da tabela salarial para a carreira.