Política

Perante a recusa de António Costa em cumprir esse compromisso, Mariana Mortágua anunciou que o Bloco voltará a apresentar uma proposta para que a Assembleia da República se pronuncie, dando uma instrução clara que quer debater e votar qualquer nova injeção no Novo Banco.

No debate com o Governo na Assembleia da República, Catarina Martins confrontou António Costa com a vontade do Governo de injetar mais capital no Novo Banco, apesar de este cumprir os rácios de capital exigidos pelo BCE.
 

Na apresentação da candidatura bloquista à Câmara de Cascais, Catarina Martins contrastou as respostas dos grandes devedores aos bancos nas comissões de inquérito com a situação dos cuidadores informais que não veem reconhecidos os seus direitos.

Há apenas 2.719 pessoas reconhecidas como cuidadores informais, 0,2% do universo estimado de 1,4 milhões de pessoas. Marisa Matias homenageia cuidadores e cuidadoras pela sua luta e critica o Governo por não cumprir, nem sequer com a pequena inscrição orçamental.

Em entrevista na TVI, Catarina Martins insistiu na proposta de levantamento das patentes das vacinas. Sobre a situação em Odemira, sublinhou que “as pessoas são exploradas em nome do lucro de alguém” e defendeu uma alteração a lei do trabalho forçado, aprovada por proposta do Bloco em 2016.

Na comissão eventual de inquérito às perdas do Novo Banco, questionado pelo património atual, Luís Filipe Vieira referiu que “não sei qual é a necessidade de dizer qual é o meu património neste momento”.

Mariana Mortágua considera incompreensível que o Governo não diga à Lone Star que este ano não deverá “haver lugar a nenhum pagamento”, já que os rácios de capital estipulados pelo Banco Central Europeu são cumpridos pelo Novo Banco.

A proposta de lei do Governo foi aprovada no Parlamento, mas Ricardo Vicente, deputado do Bloco, considera que foram ignoradas as recomendações da Comissão Técnica Independente e do Observatório sobre incêndios.

Para a Zero, o diploma falha na proteção de áreas protegidas, estipulando apenas que as minas devem ficar fora de áreas protegidas, áreas classificadas internacionalmente ou áreas de Rede Natura 2000 "sempre que possível".

Durante a manifestação convocada pela CGTP, no Porto, Catarina Martins criticou a ausência de medidas concretas na Cimeira Social. A dirigente do Bloco defendeu que precisamos “de uma resposta justa à crise”. “Não precisamos de mais boas palavras, precisamos de boas ações", frisou.

No comício de encerramento da contra-cimeira do Bloco, Catarina Martins lembrou que o partido disse, “desde o primeiro momento, que não se responde a uma crise máxima com uma política de mínimos”. A dirigente bloquista frisou que “este é o tempo de responder”.

No debate “Justiça económica, pleno emprego e trabalho com direitos” discutiu-se a contradição da União Europeia na definição das políticas laborais. Os intervenientes sublinharam a necessidade de proteger os direitos laborais e erradicar a precariedade.

A empresa contratada pelo Governo para auxiliar a transposição da nova PAC tem o mesmo diretor geral que a associação da indústria de celulose. Deputado bloquista Ricardo Vicente questionou Ministra da Agricultura.

A contra-cimeira europeia começou este 6 de maio no Porto, no mesmo dia do início da cimeira da União Europeia. Às 18h30 há cinema no Passos Manuel: o filme "A Lei do Mercado", de Stéphane Brizé é apresentado por Bruno Maia.