Marisa Matias sublinha que “talvez os Estados estivessem mais libertos para agir” caso não existissem multinacionais neste território que se dedicam “à extração dos recursos naturais de forma absolutamente predadora”.
O Governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, foi à Comissão parlamentar de Orçamento e Finanças para prestar esclarecimentos sobre o fim das moratórias. Mariana Mortágua recorda que, para muitas pessoas, as moratórias terminam a 31 de março.
A administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) foi à Comissão de Trabalho e Segurança Social da Assembleia da República, por solicitação do Bloco de Esquerda. Em causa está a situação profissional de mais de 50 trabalhadores do serviço de radiologia desta unidade do SNS.
Esta terça-feira às 21h há mais um Encontro do Avesso com transmissão online. O tema "Negócio ou Roubo? A venda das barragens do Douro" será debatido por Mariana Mortágua, Óscar Afonso, Aníbal Fernandes e Jóni Ledo. Notícia publicada no Interior do Avesso.
Após a promulgação dos diplomas por parte do Presidente da República, Catarina Martins alerta António Costa: “É muito importante que o Governo faça tudo para que estes apoios cheguem o quanto antes às pessoas que precisam”.
Presidente da República deu luz verde ao diploma proposto pelo Bloco e aprovado com os votos contra do PS. Aproveitou ainda para lembrar ao Governo que não tem maioria absoluta. Para Catarina Martins, esta promulgação é "uma questão de justiça".
Quer-se esclarecer porque se terreplenou um terreno em Coimbra. A instalação de um campo de golfe acarreta “riscos ambientais” mas a própria destruição de vegetação torna a zona “mais vulnerável a cheias” e acaba com benefícios como ensombramento, regulação térmica, melhoria da qualidade do ar e promoção da biodiversidade.
Sérgio Aires quer “lutar por uma governação na qual se oiçam as pessoas – todas as pessoas!” e defende que “é preciso que, definitivamente, se entenda a luta contra a pobreza como condição fundamental de desenvolvimento local”.
No Encontro do Trabalho do Bloco, Catarina Martins sublinhou as promessas não cumpridas do executivo. Não só as feitas aos trabalhadores que não podem trabalhar devido à pandemia mas também sobre regulação do trabalho. A propósito do Novo Banco disse que o “Bloco tinha razão e é mesmo preciso analisar as contas”.
Marisa Matias e José Gusmão endereçaram esta sexta-feira uma pergunta à Comissão Europeia sobre o bloqueio da União Europeia à proposta da Índia entregue na Organização Mundial do Comércio para a suspensão de patentes das vacinas.
A concelhia do Bloco considera que a cedência de terrenos a privados para a construção de 232 fogos de arrendamento acessível é “altamente lesiva do interesse público”. Adjudicatário recebe o direito de propriedade plena sobre os fogos ou lotes de terreno.
Mariana Mortágua lembra que, ao mesmo tempo que nega prolongar os apoios em 2021, o executivo acumula uma “folga de mil milhões de euros do anterior Orçamento do Estado” e “permite que a EDP não pague 110 milhões de euros”.
José Gusmão e Marisa Matias dirigiram um pacote de perguntas à Comissão Europeia sobre fundos da agricultura distribuídos em Portugal. Em causa estão os apoios a explorações “ecologicamente insustentáveis” e que exploram trabalhadores migrantes.