Política

A redução do IVA da eletricidade para a taxa mínima (6%) era uma das medidas mais aguardadas nos últimos tempos. O Governo anunciou esta redução no pacote de medidas de resposta à inflação, mas os contornos da medida tornam o anúncio enganador.

Mariana Mortágua denunciou os “truques de ilusionismo” utilizados pelo Governo e assinalou que “ficamos a saber que quase metade do pacote de combate à inflação é composto, apenas, pela antecipação das pensões a que os pensionistas já teriam direito em 2023”.

A presidente da Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados acusou o Governo de fazer uma "manobra de engenharia financeira" ao prometer aumentos de pensões que na realidade irão cortar o seu valor já a partir de janeiro.

Mariana Mortágua comparou as medidas apresentadas pelo Governo a um "baú de truques de ilusionismo" e sublinhou que estão longe de compensar a perda de poder de compra de salários e pensões.

O Serviço Nacional de Saúde está a atravessar momentos muito difíceis por falta de profissionais, de recursos e, acima de tudo, por falta de medidas políticas.

O partido tem acompanhado com preocupação o aumento da mortalidade materna em Portugal. Só esta sexta-feira foi entregue no Parlamento um relatório finalizado em janeiro de 2020 com recomendações de medidas para lidar com este problema. Catarina Martins quer saber se já foram implementadas.

A aposta dos líderes europeus parece continuar a ser a de estabelecer metas de poupança de gás natural que não resolvem problemas de fundo. Marisa Matias diz que Comissão Europeia considera instrumentos de emergência “mas recusa considerar a energia como direito e proteger pessoas de lógicas de mercado ineficazes e perigosas”.

Catarina Martins critica a recusa do governo de um imposto sobre lucros excessivos. Sobre outras manchetes dos jornais diz que “o preço do gás triplicou e nada foi feito até agora, o governo só não desceu o IVA da energia porque não quis, o investimento no SNS tem vindo sempre a cair e o governo nem cumpriu o que estava previsto”.

Tal como fez em relação a Timor ou à Ucrânia, Portugal deve agir a favor da autodeterminação do povo sarahaui, defendeu José Manuel Pureza após a reunião com o novo representante da Frente Polisário em Portugal.

Quase todas as metas previstas na Estratégia Nacional para a Inclusão das Pessoas com Deficiência para 2021 ficaram por cumprir: barreiras arquitetónicas mantêm-se, não foram criados guias para a prevenção da violência, e diagnóstico sobre a empregabilidade não existe.

Entre as centenas de benefícos fiscais destaca-se o do regime dos residentes não habituais, cujo valor tem aumentado nos últimos anos e em 2021 custou 931,6 milhões de euros aos cofres públicos.

No encerramento do Fórum Socialismo 2022, Catarina Martins criticou a "inação da maioria absoluta" face ao aumento do custo de vida e a degradação dos serviços públicos.

Na sessão internacionalista que abriu o Fórum Socialismo 2022, Marisa Matias, José Manuel Pureza, Idóia Villanueva (Podemos) e Paul Maskey (Sinn Féin) falaram das crises que a Europa atravessa e da necessidade de lhes responder com medidas que transformem o sistema.

No fim de semana de debates de 26 a 28 de agosto em Coimbra, Leonor Rosas e Anabela Rodrigues discutem o que podemos fazer para descolonizar as nossas cidades, a nossa história e narrativas oficiais e a nossa memória.

 

No fim de semana de debates de 26 a 28 de agosto em Coimbra, José Castro apresenta o painel acerca do funcionamento do sistema público de pensões português, desmontando ideias feitas sobre a demografia ou o plafonamento das contribuições e das prestações.