Política

Catarina Martins afirmou em Almada que a direita não tem maioria na sociedade e o seu programa é “velho e caduco”. A coordenadora bloquista lembrou que o PS já disse que, sem maioria absoluta, quererá dialogar. Para que o diálogo seja à esquerda e não com o PSD, há que votar no Bloco, destacou.

Em declarações numa arruada em Almada, Catarina Martins afirmou que “o Bloco é o voto que conta para um contrato para o país que possa ultrapassar a instabilidade da pandemia e fazer a recuperação da economia”.

Esta terça-feira, durante uma arruada em Barcelos, Catarina Martins afirmou que o reforço do Bloco como terceira força política será definidor para condicionar uma solução de Governo com um contrato pelo país, por quem aqui vive e trabalha.

Na feira de Prado, em Braga, Catarina Martins defendeu a mobilização de um parque público de habitação e a alteração da lei das rendas, acrescentando que “o nosso futuro não pode ser morar em parques de campismo”. 

Durante um comício em Santa Maria da Feira, Catarina Martins afirmou que as mulheres, que “estiveram na linha da frente todos os dias” durante a pandemia e “nunca falharam ao país”, foram esquecidas pelo Governo.

À margem do Encontro da Cultura, Catarina insta o PS a ir “além deste nim” e a sinalizar ao país a sua abertura para um contrato de legislatura que dê soluções para o trabalho e a saúde.

No comício nacional, Pedro Filipe Soares lembrou os valores da construção do Bloco, acusou Rui Rio de “normalizar a justiça no estado novo” e António Costa “para não insistir na ingovernabilidade com os partidos à esquerda para abrir a porta à direita”.

Em visita à Feira de Espinho, Catarina Martins considerou que a proposta da direita para privatizar pensões só representa os interesses das grandes seguradoras, não os dos pensionistas. "Temos a responsabilidade de acabar com os cortes injustos nas pensões e de construir soluções que afastem a direita do poder", acrescentou.

Mariana Mortágua acusou a campanha da direita de ser “um museu de velhas novidades”, criticou o PS, que “recusou tudo” e “ambiciona governar sem os ‘empecilhos de esquerda’” e defendeu que “Portugal precisa de um compromisso” para cumprir a segurança no trabalho, na saúde, na educação, na pensão.

“Com o Bloco de Esquerda como terceira força política, a direita perde e haverá mesmo um governo com contrato pela Saúde e pelo Trabalho”, declarou Catarina esta manhã na Feira de Santana, Caldas da Rainha.

No comício do Porto, José Soeiro salientou que são nestas três áreas que se manifestam as “debilidades estruturais do nosso modelo de desenvolvimento", "a estrutura das desigualdades" e as "lacunas do Estado Social" e que necessitam de respostas para construir um país mais decente.

A investigadora Teresa Summavielle denunciou que as instituições de investigação se transformaram em fábricas de precariedade e apresentou a proposta do Bloco de na próxima legislatura Portugal atingir “3% do PIB em investimento em ciência e investigação”.