Opinião

José Gusmão

O relatório "estritamente confidencial" da troika sobre a Grécia é uma confissão, tão extraordinária como redundante, do falhanço da intervenção na Grécia.

Mariana Aiveca

O mais espantoso é que não é qualquer partido da oposição a fazer essa leitura (empobrecer o país e os portugueses), mas o próprio primeiro-ministro a anunciá-lo como fez ontem em que afirmou que é esta a sua resposta para a crise.

Catarina Oliveira

O PS já tem o caminho traçado até à esperada viabilização do Orçamento do Estado que coloca Portugal na maior recessão de que há memória na nossa história democrática.

Immanuel Wallerstein

É o acontecimento político mais importante nos EUA desde as mobilizações de 1968, das quais é descendente directo ou continuação.

Catarina Martins

O Governo olhou para a Grécia e tirou a pior das lições.

Fabian Figueiredo

O presente mês veio pôr termo à pax austeritária. A manifestação da CGTP, o sucesso do 15 de Outubro e o anúncio de Greve Geral conjunta, demonstraram que existe um amplo bloco social anti-troika que despertou.

Helena Pinto

O governo não tem solução para a saída da crise. Não há economia que cresça nem ideia para a competitividade que se salve com as políticas que estão anunciadas.

João Curvêlo

O governo do PSD e CDS fez a mais dura declaração de guerra contra os trabalhadores. Não é uma questão circunstancial, é uma escolha ideológica que deixa intactas as grandes fortunas para atacar os mais pobres e a classe média.

José Manuel Pureza

Manuela Ferreira Leite gosta de brincar com a democracia. É humor da velha escola sul-americana, está bem de ver.

Joana Mortágua

Só o imperialismo pode aplaudir o linchamento de Khadafi.

Pedro Filipe Soares

Américo Amorim passa incólume aos cortes nos subsídios, os deste ano e os dos próximos anos. E, para além do homem mais rico de Portugal não ser chamado a qualquer sacrifício, conseguirá ficar ainda mais rico com as medidas do Governo.

João Alexandrino Fernandes

Agora, quando a pergunta de todos os dias é, como é que se vai sair da “crise”, não seria talvez despropositado recordar como é que se lá chegou. Teria esta crise sido evitável?