Portugal, Espanha e Marrocos e a insanidade institucional. Há algo verdadeiramente estúpido nestes três países: abundantes concessões de exploração de petróleo e gás.
PS e PSD assinam o acordo para uma maior descentralização de competências para as autarquias, acenando o doce-cenoura da descentralização a um país que tem a regionalização como seu desígnio constitucional.
Os opositores à despenalização da morte assistida têm trazido para este debate alguns argumentos que mistificam a realidade. São fundamentalmente quatro essas mistificações.
A direita faz mesmo a escolha que se pensaria impossível, aceita a liderança do chefe supremo, Trump, e vai segui-lo nas suas aventuras, onde houver golpe, onde houver estado de exceção, onde houver bomba.
O único lado que há para defender é mesmo o do povo sírio. O mundo está a ser comandado por loucos. Se aceitarmos fazer-lhes companhia, somos cúmplices.
Não tenho dúvidas de que o SPER tem sido utilizado para emprego de ‘boys and girls’ e para muita coisa que envergonha a democracia, fere a transparência e cria uma profunda desconfiança, em tudo o que é apelidado de “público”.
Os factos e argumentos dos aposentados e reformados são de ordem social. Por isso, entre os números e a vida, o fosso é cada vez maior, incompreensível e inaceitável.
A recente assembleia geral da empresa intermunicipal Águas do Ribatejo anunciou uma decisão muito importante para os Municípios que a integram, mas não só, com impacto nacional.
A estabilidade política e a estabilidade das políticas são sempre boas para quem com elas beneficia e sempre indesejáveis para quem por elas é castigado. Por isso, defender “o que está” depende de haver ou não alternativas melhores.