Sem o desaparecimento da lógica capitalista, não sei se o pleno emprego é uma vã promessa do capitalismo, que nos acena com o céu, para melhor suportarmos o inferno, ou uma frente de luta susceptível de vir a conseguir os resultados esperados.
Em 2014, estava Luís Horta e Costa a depor perante a comissão de inquérito ao BES, e fizeram-lhe a pergunta inevitável: e aquele negócio, que desde 2004 só traz mortificações, mas não investigações conclusivas? Horta e Costa tinha resposta pronta.
Contrariamente ao que se apregoa a revolução tecnológica implica não só a diminuição de postos de trabalho em alguns setores, mas também a criação de outros para o exercício de funções distintas.
A lei de 2012 era totalmente desequilibrada, criou um problema muito maior do que aquele que existia e, em 2018, nem a própria Assunção Cristas tem coragem de a defender.
O repto está agora lançado aos partidos na AR: estão disponíveis para acabar com o sigilo bancário e dar um passo fundamental no combate à corrupção e à evasão fiscal? Ou querem continuar a dar cobertura à corrupção?
É uma pedra no sapato do Banco de Portugal. A empresa de investimentos BlackRock faz parte de um consórcio da mais alta finança mundial que ameaça boicotar o país.
Lentamente estamos a transformar o nosso serviço público de saúde num sistema misto em que o público, destinado aos mais pobres, será fraco e insuficiente e o privado, muito bem equipado, estará só acessível a quem o puder pagar.