O acordo com Kim Jong-un pode ser mais uma exibição do que uma solução concretizada. Mas o que é evidente é que, em Singapura, Trump está a dizer aos governos europeus e aos seus concorrentes asiáticos que hoje é ele quem manda.
No Porto como em Lisboa, milhares de pessoas estão a ser despejadas das suas casas. A situação é de emergência social e as respostas têm de estar à altura. Até haver novas leis, é preciso suspender os despejos.
A aliança entre protofascistas da Liga e calculistas do 5 Estrelas demonstrou ser uma ameaça para os imigrantes, o primeiro alvo, e para os trabalhadores, a segunda vítima.
Se a escola fosse uma embarcação, carregada de crianças e jovens, num tempo de turbulências e vendavais, que poderíamos e deveríamos esperar da sua tripulação? Que condições deveriam ser garantidas para trabalharem e chegarem a bom porto?
As trabalhadoras da Cofaco fizeram um dia de greve para reclamar a progressão na carreira profissional, a luta contra a desigualdade de género e a realização de um contrato colectivo de trabalho.
O Governo tem que escolher entre ser coerente com o seu próprio discurso sobre o primado dos direitos de todos ou com o dualismo entre imigrantes pobres e imigrantes ricos que a direita pôs na lei.
A melhoria do subsídio social de mobilidade é necessária. Mas aquilo que o governo da república se prepara para fazer não é melhorar o subsídio, é atirar a batata quente para as regiões autónomas.
Uma súbita alteração da política do Governo pôs todo esse trabalho em causa. Já se tinha percebido que o PS queria cristalizar as alterações à lei laboral do tempo da troika e defendidas por PSD e CDS.
Tendo-lhe endereçado um pedido de audiência, há mais de um mês atrás, sem que o mesmo tenha obtido qualquer tipo de resposta da sua parte, aqui me tem para trocar algumas palavras consigo.