Opinião

Francisco Louçã

Se lhe pareceu que aquele jogo era uma tragédia, se se lembra dos olhares soturnos de ministros, das conferências de imprensa sucessivas, dos três ministros nos três-telejornais-três (…) esqueça tudo, já passou, ficou três a zero.

Catarina Martins

O governo tem de acabar com os serviços mínimos imediatamente. A Ryanair não pode ter um estatuto de impunidade.

Bruno Maia

As unidades hospitalares do SNS estão hoje reféns de 2 limitações que as tolhe de qualquer projeto de desenvolvimento ou modernização. Sem autonomia para adquirir equipamentos ou definir os seus quadros de pessoal, gerir um hospital público torna-se um mero exercício de mercearia.

João Ferreira Dias

As eleições de outubro poderão ditar um novo mapa partidário e eleitoral português. As mais expressivas modificações aparecerão à Direita, e há muita gente apostada em que isso aconteça.

Pedro Filipe Soares

A bússola política entrou em desnorte e só isso explica que um Governo que se diz de esquerda tenha criado um precedente grave de abuso da lei do trabalho e de limitação do direito à greve.

Rita Sarrico

Pelas 15h de segunda-feira, o dia virou noite em São Paulo. Não, não é um conto de ficção científica, nem uma realidade alternativa: as cinzas dos incêndios na Amazónia pintaram o céu de negro e, com isso, lançaram um alerta para todo o mundo.

Roberto Almada

Ao longo destes quatro anos, a vertente social foi uma das nossas maiores prioridades.

Miguel Guedes

Se o PS se aproximar da maioria absoluta, é porque conseguiu colocar a greve em brasas lentas e os motoristas a ferro e fogo.

Francisco Louçã

Se a refinação e distribuição de combustível é estratégica para o país, a ponto de se chamar a tropa para conduzir os camiões, por que raio é que se privatizou a Galp?

João Ferreira Dias

A vitória da propriedade privada tornou o espaço público carente de preocupação, emergindo uma lógica assente na ideia do público como abstrato. Esta lógica precisa ser revertida, comprometendo os cidadãos com o espaço coletivo.

Ricardo Moreira

A saída de Manuel Salgado poderia ser uma oportunidade para inverter esta forma de fazer a cidade e de colocar as pessoas como prioridade e não os negócios. Mas há duas provas de que o PS não quer que assim seja.

José Manuel Pureza

A preocupação principal de quem tem em mente a segurança das pessoas tem que ser a das ameaças "normais’’ à estabilidade da vida da grande maioria. E isso é salário, é pensão, é serviços públicos.